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Deixe-me ir, meu marido mafioso romance Capítulo 117

O fôlego de Claire prendeu, seu coração acelerou, e uma sensação eletrizante percorreu sua espinha quando os lábios suaves de Adam tocaram sua bochecha.

Adam se afastou ligeiramente, mas seus olhos permaneceram em seu rosto. Ele colocou uma mecha de seus cachos loiros atrás da orelha e segurou seu rosto com sua grande mão.

— Embora eu seja muito pobre — disse ele de forma divertida, dirigindo-se a Amanda —posso me dar ao luxo de comprar toda a loja como compensação por fazer minha amada esperar.

— Está tudo bem, Adam — murmurou Claire, acalmando seu coração acelerado com o reconfortante pensamento de que Adam era um ótimo ator e que isso era apenas uma atuação dele sendo o namorado perfeito e amoroso.

— Não, querida. Não está tudo bem — ele franziu o cenho, mudando seu olhar para a vendedora. A mulher engoliu em seco visivelmente, com medo. Ela sabia que seu emprego estava em jogo; havia ofendido sem saber a pessoa errada. Se essa garota humilhada fosse a namorada de Adam Whitmore, ela estaria em apuros. Mas como ela poderia saber que essa garota simples era a namorada de uma superestrela?

— Você, venha aqui! — Adam ordenou, e a vendedora imediatamente deixou o lado de Amanda e se apressou em direção a Adam.

— Senhor, juro que não sabia que essa mulher maravilhosa era sua namorada ou nunca teria falado daquela maneira. Por favor, por favor, me perdoe — a vendedora falou, seus nervos tomando conta dela.

Adam franziu o cenho. Embora não soubesse o que havia acontecido antes de chegar, ele entendeu que a vendedora deve ter feito algo para irritar Claire.

Ele olhou para Claire e percebeu que ela parecia nervosa. Seus olhos se estreitaram de raiva enquanto ele rapidamente repreendia a vendedora.

— Você deveria saber melhor do que ofender seus clientes. Chame o gerente da loja. Só falarei com ele — ele a repreendeu, sua voz fria e autoritária.

O rosto da vendedora ficou pálido.

— Desculpe, Sr. Whitmore. Por favor, me perdoe — ela gaguejou, o desespero se infiltrando em sua voz. Vendo que Adam não ia ceder, ela se virou para Claire, seus olhos suplicando. — Por favor, senhora. Se eu perder meu emprego, o que acontecerá com minha família? Por favor, tenha misericórdia — implorou, sua voz tremendo.

O coração de Claire balançou, sua expressão suavizando enquanto ela se solidarizava com a situação da mulher.

— Adam, está tudo bem. Deixe-a ir — murmurou Claire, seus olhos implorando para que ele mostrasse misericórdia.

Adam suspirou, seu semblante severo suavizando quando olhou para Claire.

— Apenas porque você está pedindo, meu amor. Não posso te negar. — Ele sorriu suavemente, acariciando delicadamente sua bochecha.

A vendedora suspirou aliviada, seus ombros se curvando em gratidão.

— Obrigada, muito obrigada — murmurou, fazendo uma leve reverência.

O olhar de Adam voltou-se para a vendedora, seu tom ainda firme, mas menos severo.

— Agora, traga o diamante mais caro para minha futura esposa — ele exigiu.

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