Entrar Via

Defesa Do Amor romance Capítulo 1513

Jaqueline riu de nervoso ao ver o sorriso estampado no rosto dele, estava claro que ele realmente queria aquele bebê.

No semblante bonito dele, transbordava a alegria de quem seria pai, e aquele sorriso simplesmente não desaparecia.

"O bebê agora é só um grãozinho, como vai ser arteiro? Só lá pelo quarto mês, quando ele começar a se mexer, é que a gente vai conseguir sentir mesmo."

Sávio estava radiante, comprou várias unidades de cada fruta.

Jaqueline percebeu que ele havia comprado muitas, e agora ele se mostrava ainda mais atencioso com tudo relacionado a ela: "Sávio, será que só aqui vende fruta? Saindo daqui não vai ter mais? Você comprou tanto, será que eu dou conta de comer tudo? Todo dia, no máximo, como uma ou duas frutas. Com esse tanto, eu não vou conseguir terminar nem em quinze dias."

Sávio, segurando duas sacolas de frutas abarrotadas, disse: "Vamos, Jackie, vamos almoçar primeiro."

"Uhum…" Jaqueline respondeu enquanto ia comendo uma mexerica e saindo do local.

Sávio, ao ver o jeito guloso dela comendo a mexerica, não pôde evitar sorrir. A espontaneidade e a doçura dela nunca tinham mudado.

A ternura e o amor dela também nunca mudaram.

Só naquele momento ele sentiu, com intensidade, o quanto estava realizado e surpreso. Agora tinha um filho, tinha uma esposa.

Ter esposa e filho, essa felicidade plena, para ele, era como uma estrela brilhando distante no céu—nem em sonhos ousava desejar algo tão grandioso.

Agora, tendo alcançado essa felicidade completa, ele se sentia verdadeiramente feliz.

Quando chegaram ao restaurante, Jaqueline terminou de comer a mexerica.

Ela estendeu a mão para pegar outra, mas Sávio não deixou.

Sávio aconselhou com doçura: "Jackie, já matou a vontade, agora chega, né? Você já não come muito, se continuar assim, depois não vai conseguir almoçar direito."

Jaqueline pensou um pouco e concordou, afinal queria comer mais peixe no almoço.

"Vamos, vamos."

Jaqueline saiu correndo em direção ao restaurante, mas Sávio logo a segurou.

Ela era difícil de agradar. Desde que o mal-entendido se esclarecera, ele só queria reconquistá-la.

Mas ela, diante dele, sempre estava na defensiva, cada encontro deles era uma discussão.

Jaqueline o encarou: "Você ainda não conseguiu me agradar. Só te perdoei temporariamente, ainda não é um perdão de verdade."

Sávio nem ousou responder, e simplesmente a levou, em silêncio, para o restaurante.

Fabiano Freitas, ao vê-los voltando, soltou um suspiro de alívio.

Ao notar as frutas nas mãos de Sávio, franziu as sobrancelhas e disse: "Sávio, por que não levou logo a frutaria inteira? Pra que tudo isso? Fruta boa é fruta fresca, tem que comprar todo dia."

Sávio não se importou, colocou as frutas sobre uma mesa ao lado e ajudou Jaqueline a sentar-se cuidadosamente.

"O que comprar amanhã pode ser igual ao de hoje. Comprei um pouco de cada fruta, assim, se a Jackie quiser comer, vai ter sempre de tudo à disposição."

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Defesa Do Amor