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De Volta para o Amor Perdido? Que Bobagem! romance Capítulo 505

A fúria passou num piscar de olhos pelas pupilas frias do homem. Leandro soltou uma risada desdenhosa e gélida, virou a cabeça e perguntou a Helena: — Se a Luciana não conseguir implementar totalmente a tecnologia de direção autônoma em três meses, você ainda a manterá aqui?

Helena respondeu: — Ela assinou um Acordo de Performance e Equity comigo. Se não conseguir conduzir a QuânTech ao sucesso, temo que a Luciana enfrente a prisão.

Ao dizer essas palavras, Helena olhou para Luciana. Ela também a estava lembrando de que, naquele momento crucial, ela não podia mais agir de forma imprudente.

Helena lançou um olhar para André, abaixou a voz e disse a Luciana: — Quando a hora chegar, ninguém poderá te salvar!

Uma risada zombeteira escapou da garganta de Leandro: — Estarei esperando o dia chegar!

Leandro se virou para sair, mas viu Dudu de pé no mesmo lugar, observando Luciana sem piscar.

— Dudu. — Leandro não pôde evitar franzir a testa.

O olhar de Luciana também caiu sobre Dudu. Dudu havia acompanhado Leandro em seu retiro espiritual no Templo da Boa Vontade, e em apenas um mês, ele havia crescido um pouco, mas também estava mais magro.

Dudu havia levado pontos na cabeça, o que impediu o cabelo de crescer ali, então ele simplesmente raspou a cabeça inteira e usava um boné todos os dias quando saía.

O menininho de boné parecia muito legal e bonito. O olhar de Luciana caiu sobre as pernas de Dudu, e o brilho em seus olhos escureceu.

No papel, ela já não era mais a mãe de Dudu, mas ao ver a criança, não pôde evitar querer saber: será que a perna dele ainda doía? Ele estava fazendo as sessões de fisioterapia direito?

Mesmo que ela não tomasse a iniciativa de perguntar, quando Ju voltava da escola, ela mencionava com ela que Dudu tinha ido para a escola, e que Dudu reclamava de dor nas pernas ao dar apenas alguns passos.

Na escola, alguns alunos fofocavam sobre ele pelas costas por estar sempre de boné, e às vezes Dudu ainda mancava ao caminhar, o que fazia com que rissem dele.

— Eu arrastei as pessoas que riam do Dudu para um canto e avisei a elas que, se imitassem o Dudu andando de novo de propósito, eu quebraria as pernas deles para que andassem mancando para sempre!

A expressão irritada de Ju surgiu diante dos olhos de Luciana, e um sorriso gratificado apareceu nos olhos dela.

Luciana disse suavemente: — Eu estou bem. Quando eu percorro um caminho que ninguém nunca andou, é inevitável que seja acidentado; a subida é sempre cheia de dificuldades.

Mas eu não vou ceder.

Dudu tentou falar de novo, mas Luciana lhe disse:

— Na minha vida passada, eu cedi inúmeras vezes. Então, de agora em diante, a palavra "ceder" não existe mais no meu dicionário.

Ela também foi muito direta: — Não vou pedir ajuda a ninguém, muito menos curvar a cabeça para o seu pai!

Ao ouvir as palavras de Luciana, Leandro sentiu que até sua respiração havia se tornado difícil.

Ele disse então: — Estou muito decepcionado com o desempenho do teste da QuânTech desta vez. Decidi, em nome do Grupo Ferreira, cancelar a cooperação com a QuânTech!

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