Helena Lopes fez a sua entrada. Usando óculos de sol e seguida por sua comitiva de modelos masculinos famosos, ela criava um espetáculo deslumbrante por si só.
Ela estivera na área externa do local de testes por mais de meia hora, mas até o momento não havia se revelado para o público.
Afinal de contas, com o caminhão autônomo sendo submetido a altas velocidades, não havia como garantir com exatidão o que ocorreria nos obstáculos simulados.
Somente após o evidente sucesso absoluto da demonstração é que Helena apontou, adentrando ao palanque em meio à multidão como se estivesse atrasada para algo.
— Luciana, de fato você acaba de me conceder mais uma grata surpresa formidável de retorno.
Com os braços acolhedores à frente do corpo da presidente, ela aproximou-se num aconchego sorridente ao redor dos convidados, com intimidade social em plena público.
Luciana se ergueu dos bancos e rebateu as expectativas: — Na verdade, temo que o meu próximo truque acabe se superando numa surpresa incrivelmente peculiar num ponto imprevisto a ti.
Helena esboçou confusão num primeiro instante, logo depois sendo cortada na figura corporal de Luciana, que cruzara a direção e desfilara pela ladeira das bancadas até se isolar da companhia.
Luciana lançou um olhar pontiagudo no meio de onde as filas da família Ferreira estavam. Bastou focar os canais de contato entre seus cílios com a de André por instantes mínimos para as noções implícitas serem decodificadas de fato e processadas às cegas.
André rompeu das fileiras dos camarotes e começou a segui-la escada abaixo.
Em poucos segundos apressados saltando os pisos largos das arquibancadas, o garoto despencou em passos para ajeitar o lado dos braços e alcançá-la.
— Qual foi? — André perguntou com a fala abaixada.
Nos olhos de Luciana estava escrito claro como cristal as intenções óbvias de uma emergência premente pedindo um suporte e socorro imediato.
— Presta um favor de resgate pra mim aí.
Sem Luciana sequer terminar os detalhes mínimos sobre a sua causa em particular e dos porquês no resguardo das entrelinhas no momento, as emoções de André lhe trouxeram de antecipado aos dispostos a cumprir o seu auxílio inato: — Pode vir me passar qualquer instrução dos desejos da madame~
— Pelo visto, o Sr. André colou fundo na Luciana de fato, né. — Maria Clara soltou nas emoções num tom invejoso na cadeira vizinha, não conseguindo deduzir a razão na pressa repentina do outro saltando a pista nos braços da Presidente Rocha com extrema cumplicidade de atitudes.
Leandro se atreveu ao cenário que se desdobrava com os visuais traçados nos dois à lonjura do fundo e estalou pesadamente com as frontes com enrugamentos fundos, o incômodo transpirando os nervos cruzados das veias de sua cabeça de cima abaixo.
Dudu observou os sinais do estresse espalmados pelo pescoço de Leandro em completa angústia e extrema reatividade nos cantos de suas unhas tensas e espremidas na mão com aperto nervoso à mostra do olhar ansioso.
E nas bancadas e laterais apinhadas aos montes pelo ajuntamento geral em peso de alunos infantes de colégios públicos aglomerados como excursão da escola, começaram a repercutir fofocas num barulho avassalador que escorregava a fofoca pelas costas da bancada como efeito relâmpago entre fofocas em cochichos pelas rodas que preenchiam o som da claque:
— Ei, Juliana! Conta a verdade! O caminhão super maneirão de controle remoto sem motorista aqui é, tipo, uma tecnologia 100% que foi a sua mamãe que criou de invenção aí!?
— O sistema do piloto super cabeça com os radares de espelho de detecção total quem criou toda a linha do projeto matriz foi a invenção geral da minha mãe liderando a chefia sim, viu! Mas a montagem total do exterior do robô e quem pagou a compra das peças que construíram a base do corpo mecânico dos motores foram o laboratório e as empresas da firma do dono do tio Leandro!
Ju esclareceu pra eles com muita ufania para se sentir dona da bola e tirar onda dos feitos familiares e grandiosidades incríveis perante a turminha dos pequenos à volta com ela no colo e ao lado para puxar as rodinhas.
— Caraca! Eles são geniais de tão fortes os pais da sua família!
— Quando falei a verdade pra minha mãe aí na cara que eu sou amiga da filha das filhas de alguém com status superior das grandes empresas top milionárias corporativas presidenciais de altíssimos cargos das maiores chefes do Brasil não botaram a mínima fé nas histórias malucas, nossa!
As expressões faciais nos ares gélidos do semblante que pairavam com empáfia perante Maria Clara evaporou bruscamente na sua cor e os espasmos derreteram o orgulho com a visualização atônita às manobras bruscas e inesperadas da varredura violenta executada por Luciana.
— O que essa maluca pensa tá aprontando dos diabos nesses minutos todos?! Será possível o cúmulo absurdo que queira quebrar de vez todas as maquetes por completo da corporação estilhaçando nossa amostra da pista que foi exposta ali nas fuças nos fatos para toda a corja no evento de sucesso hoje?!
De fato escancarado na clareza extrema que Maria Clara saberia dos porões de cabos e mentiras aos cabos de rádios nos buracos ocultos e maletas falsificadas enredando um ambiente inteiro fraudulento nas trapas manipuladas.
— Mas o por que caralhos dessa imensidade das armadilhas rastreadas nos pontos espalhados pra emitir frequência ali de surdina?! — As estranhezas das táticas e dos movimentos repentinos daquela montagem da cena finalmente acordaram uma luz na desconfiança acesa das fumaças em Leandro.
A desculpa fluiu das engrenagens da voz de Maria Clara rebatendo: — É a mais pura garantia e premissa técnica óbvia de apoio por vias dos auxílios em campo que pudessem concretizar que toda e qualquer apresentação transcorresse sem travas na segurança pela perfeição na estabilidade de performance da via simulada ali a todos.
— CRASH! — Um baque ensurdecedor reverberou no estopim estilhaçando no centro vivo da cena inteira nos vidros do palanque em estalos e rachaduras que cortaram a conversa da tribuna das arquibancadas abaixo numa violência sônica estourando os ares da surpresa por choque da pista no palco com som metálico absurdo a ecos no salão a céu aberto.
Luciana com os ferros maciços estraçalhou os faróis grossos na frente por estocadas ao impacto bruto com machadadas das chapas trincando farol nos vidros; desfigurou todo miolo aos circuitos eletrônicos moídos que hospedava ali a caixinha pequena acoplada nos fundos aos estelionatos radiais a emissores das detecções falsas espedaçando por inteiro à força mecânica impulsionada de braços e raiva com alavancas desmantelando fios por inteiro dos pólos ali em farrapos elétricos retorcidos!
Dali partiu nos eixos com raiva nos arranques aos pedaços moídos aos vidros do chão esfarelando cada rastreador oculto alojado perfeitamente que interceptou de desmanches no baú da lataria do cargueiro de todas direções até picotar os esquemas com os pulsos até amassar peças por inteiro na destruição sumária da mentira eletrônica a cacos de alumínio triturados num caos elétrico de pura poeira no ar em estilhaços voando e varridos.
O choque estourou em Maria Clara saltando o ar de sopetão: — Luciana do demônio, tá variando nos miolos com toda a cabeça arrebentada o que acha das ideias tá forjando nesse barraco aqui agorinha mesmo!
Ela atropelou as bordas da cadeira aos limites do palco colando no peitoral por guarda a gritos num volume na garganta pro fundo estourando dos ares à pista por histeria plena escandalosa com plenos pulmões rasgados à distância gritando pra plateia do campo central. — Bateu biela do pino torto por vez dos absurdos da insanidade e enlouqueceu agora varrida da mente de vez, sua estúpida, oca por completo de surtar nesse estado?!
Com a haste arrastada ao chão trincando pontas do ferro grosso pelas pontas dos braços e os ares das olheiras no frio a espadas na direção com garras à histérica esganada se precipitando em dar-lhe broncas e falas com repulsa à Maria Clara sem hesitar para lhe responder as pedras com xingamentos na medida do tranco exato em réplicas — eis o instante onde os braços cruzados da assistência do socorro a tempo na retaguarda surgira na ponte pro rádio no ar das caixas no som onde o repasse de aparelhos amplificadores aos microfones do eco saltaram da base entregue ao passe em prontidão nas alavancas com dedos rápidos do André pro apoio às falas pesadas pro salão com o braço em concha ao ouvido dela no segundo no silêncio da pista!
A resposta nos gestos do rosto ao microfone entregue foi breve pro moço a sua frente, proferida aos cantos: — Te devo a mão a roda agora, mui grata, com esse troço!

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: De Volta para o Amor Perdido? Que Bobagem!
nao tem mais atualizacao desse livro?...
Esse e o 4 livro que para sem atualização e fim. Desrespeito ao leitor...
Oieeee tem atualização?...
por favorzinho...atualizem o livro...
Gente cadê as atualizações? Que falta de profissionalismo desses autores😡😡😡😡😡😡...
por favor galerinha do bem, atualizem por favor...
Não atualiza a história deste 30/06. Será que termina assim?...
Meu Deus quando vai ter mais atualizações. Aí eu queria ela como o Glauber...
Ótimo...
Quando vai atualizar mais capítulo...