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Das Cinzas à Glória: A Ascensão da Sra. Jardim romance Capítulo 1128

Augusto olhou confuso:

— Eu não mandei nada. Não é apropriado mexer no celular em ocasiões como essa. O papai está aqui, ele com certeza brigaria comigo se me visse no celular.

Paulina exibiu uma expressão de descrença.

Sem alternativa, Augusto tirou o celular, abriu o histórico de mensagens com a sua deusa e, como ele dissera, não havia nenhuma mensagem de 'Feliz Casamento' recente, nem sinais de que algo fora apagado.

Paulina, com a sua intuição afiada, percebeu que havia algo errado. Ela pegou o celular dele e abriu o perfil da Inês na Rede Social. As publicações mostravam apenas o status de "visível pelos últimos três dias", mas não havia postagens fixadas.

As postagens da Rede Social de Inês e de Rodrigo estavam ajustadas para serem vistas por apenas três dias, mas ambos tinham duas mensagens importantes que estavam sempre fixadas no topo dos seus perfis.

Uma marcava o dia em que assumiram o relacionamento, e a outra, o dia em que ele a pediu em casamento.

Aquele perfil ali era, sem dúvidas, uma conta falsa.

Paulina estava em choque. Ela olhava para o próprio irmão com uma expressão difícil de descrever. O seu irmão era mesmo tão idiota?

A Tecno Universal parecia estar funcionando tão bem, não havia o menor sinal de que a empresa fosse falir.

Participar do casamento da mulher dos seus sonhos já era triste o suficiente para ele. Será que ela deveria adiar o aviso de que ele estava interagindo com a conta falsa da sua "deusa" para depois?

— O que foi, irmã?

— Nada não — disse Paulina, olhando para o irmão com pena e carinho. Ela estendeu a mão e afagou-lhe a cabeça. — A sua irmã te ama.

Augusto deu um tapa na mão da irmã, afastando-a.

……

Inês acabou consumindo muito álcool.

No início, Alice e as outras duas damas de honra tentaram impedi-la, mas Rodrigo as deteve. Já que Inês estava alegre e queria beber, que bebesse, ele só as interromperia quando ela estivesse próxima do seu limite.

Se ela ficasse bêbada, ele a carregaria de volta para o quarto para descansar.

No final, Inês com as bochechas bem rosadas aconchegou-se no abraço de Rodrigo. Segurando a camisa dele na altura do peito com uma das mãos, disse-lhe:

— O álcool não tem mais um sabor tão ruim.

— Uhum. Mas você não pode beber mais.

— Estou tão feliz — Inês esfregou o rosto nele. — Tinha medo de que você não soubesse que estou tão feliz. Preciso te dizer: nós casamos, eu estou tão feliz.

— Mesmo que você não dissesse, eu conseguiria sentir. — Rodrigo carregou-a enquanto subia as escadas passo a passo. Durante o trajeto, ele abaixou a cabeça e lhe deu um beijo na testa. — Tem muitas coisas que você não precisa dizer para que eu as sinta.

— Por quê? — Inês, com a embriaguez evidente, irradiava a inocência de uma criança enquanto piscava os olhos para encará-lo.

— Porque eu te amo. — Rodrigo abraçou a pessoa em seus braços com ainda mais força. — Hoje vamos dormir no nosso quarto nupcial no segundo andar, tudo bem?

Inês enlaçou o pescoço dele e acenou com a cabeça:

— Tudo bem.

Sua voz soava meio letárgica.

Capítulo 1128 1

Capítulo 1128 2

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