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Contrato de Luxúria - A Virgem romance Capítulo 9

Valéria:

Saí da sala mais rápido que um raio. Estela já não estava mais onde a vi ao chegar. Chamei o elevador, que demorava, e, de repente, senti um calafrio. Quando olhei pra trás, havia três brutamontes vindo em minha direção.

— Senhorita Valéria Santorini, que coisa feia, sair sem se despedir direito. Nos acompanhe ao elevador privativo.

Tentei negar, mas foi em vão. Dante me guiou para o elevador ao lado, digitou uma senha, as portas se abriram e lá estava eu outra vez em um elevador com esses três brutamontes.

— Então a senhorita gosta de brincar com fogo? — Dante diz com um olhar safado.

— Surpresa! Adoramos nos queimar! — Lucca fala, sentindo meu cheiro.

— E somos melhores ainda apagando fogo, princesa — Enrico disse, já travando o elevador.

— Se não quiser, é só falar, seu desejo é uma ordem.

Ai, meu Deus, em que confusão fui me meter! Só de respirar o mesmo ar, já fiquei excitada. Minha calcinha já estava encharcada. Como me mantive longe de sexo tanto tempo e agora virei uma louca pervertida?

— Por favor, não parem — digo, praticamente gemendo de prazer.

Dante tomou meus lábios, enquanto Lucca abria o zíper traseiro do vestido. O senti se amontoando em meus pés.

— Sem sutiã, princesa? Posso ficar mal acostumado.

Senti as mãos de Lucca tomarem posse dos meus seios já sensíveis de tesão, enquanto beijava meus ombros.

— Então quer dizer que essa bocetinha jamais foi tocada? Fui o primeiro a ter acesso ao interior úmido e quente? — disse Enrico, ofegante.

— Sim, jamais alguém me tocou como vocês. Minha boca jamais esteve em um pau — gemi de prazer com cada palavra.

— Então fomos os primeiros nessa boquinha, nessa bocetinha e seremos nesse cuzinho? — Me arrepiei toda com a última palavra.

— As câmeras!!! — disse, travando.

— Estão desligadas, Enrico já fez isso.

— Não se preocupe, não iremos tirar sua virgindade em um elevador, princesa, mas vamos te fazer gozar até implorar perdão por nos deixar duros e fugir, coelhinha.

— Nunca mais verá um elevador com os mesmos olhos — Dante disse.

Sorte a minha que não sou claustrofóbica.

Senti cada seio ser tomado por uma boca, enquanto minha calcinha era retirada devagar.

— Que delícia, toda molhada de tesão.

Nunca na vida imaginei ter mãos e bocas em cada pedaço do meu corpo. Senti a mão de Dante tomar minha boceta, massageando, e quando ele introduziu um dedo, foi minha perdição. Estava tão excitada que nos primeiros movimentos gozei gostoso, apertava os dedos dele e meu corpo todo tremeu.

— Isso, goza, minha gostosa. — Dante retirou os dedos e Lucca caiu de boca, sugando meu orgasmo que escorria pelas coxas.

Senti Enrico por trás, pegando minha umidade e espalhando pelo meu cuzinho. Se achei ruim ser tocada ali? Não, não achei. Estava com tanto tesão novamente que praticamente implorava pra ser fodida ali com seus dedos. Devagar, ele introduziu um dedo, me fazendo ver estrelas.

Uma boca tomava meus seios, outra minha boceta e Enrico me torturava com seu dedo em um vai e vem gostoso, enquanto mordia e dava t***s na minha bunda.

O Elevador dos Pecados 1

O Elevador dos Pecados 2

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