Valéria:
— Conta...
— Uma...
— Duas...
— Três...
— Quatro...
A quinta demorou a vir. Quando relaxei, senti novamente a ardência.
— Cinco.
Ele beijou minha bunda, sua língua deslizou sobre a ardência.
Ouvi a voz do Dante no meu ouvido.
— Minha vez. Quero você de quatro pra mim, vou marcar essas suas coxas perfeitas. — Misericórdia... Na próxima, você usa um vibrador, sua pervertida.
Saí trêmula do colo do Enrico e fiquei de quatro. Ele deslizou o chicote por todo o meu corpo.
— Conta.
A primeira deslizou sobre a parte traseira da minha coxa. Contei até a quinta. Senti lágrimas escorrendo pelo meu rosto, o coração acelerou.
Eu seria capaz de fazer isso sempre? Conseguiria um dia ser apenas uma Submissa? Seria capaz de ser a Submissa perfeita para eles? Minha resposta é não!
Não sou capaz de ser apenas uma Submissa, gosto também de dominar cada pedacinho do corpo e da mente deles.
Sou imperfeita. E se eles quiserem me transformar em algo que não sou? Alguém igual às várias submissas da boate. Não sou assim e nunca serei. Amo a dominação entre quatro paredes, mas também amo dominá-los e deixar cada um deles louco.
Senti a boca do Lucca tomar a minha, me levantando. Seu beijo se tornou voraz, senti mãos tomarem o meu corpo e bocas trilharem beijos por ele. A dúvida que tinha foi se dissipando com as carícias.
Isso que dá ser dominada pela boceta, um beijo e uma carícia e esqueci até a dor. A minha amiguinha acordou e já estava doida pra dar.
Senti uma mão passear na minha boceta. Caramba, ô delícia!
— Tá toda excitada, hein, vamos te comer até você gritar a palavra de segurança "VERMELHO".
Lascou, tô fodida, vou sair daqui toda assada.
Minha Nossa Senhora das ex-virgens, tira de mim essa vontade louca de dar!
Melhor não, deixa à vontade, porque ter três paus à disposição é bom demais. Saí do meu devaneio ao sentir ser penetrada. Nem vi a hora que fiquei com as coxas enlaçadas no Enrico e ele me penetrou. Estava louco de tesão. Lucca veio por trás, massageando meu ânus com um óleo e me penetrou. Caramba como amo virar um sanduíche nas mãos desses homens.
— Era isso que queria, é disso que você gosta? — perguntou Enrico.
— Sim, pra ficar melhor só falta Dante na minha boca!



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