Dante:
Enrico e eu nos arrumamos e descemos para a boate. Tinha um sócio muito importante na The Lux Fetiches e nossa presença era necessária. Lucca ficou com a Valéria. Queríamos muito que ela nos acompanhasse, porém estava muito cansada e resolvemos deixá-la descansar.
Matteo Bellini era um bilionário italiano muito importante e, sempre que estava em Nova York, vinha para a boate. Ele chegou e o recebemos. Subimos direto ao sexto andar. Ali começava a brincadeira séria.
— Matteo, o que você está procurando pra hoje? — perguntei, já sabendo a resposta. Matteo era um viciado em dominação. Sempre que estava em Nova York vinha conhecer novas submissas, nunca tinha uma fixa.
— Vim atrás de novidade, amigos. Fiquei sabendo que têm novas submissas. Procuro uma submissa por contrato, para me acompanhar a todos os lugares, de preferência uma que eu possa treinar.
— Sim, sempre tem garotas para todos os gostos, algumas experientes e outras novatas no mundo da submissão, mas com grande potencial. As novas submissas estão sendo selecionadas por Enrico. — Enrico era o homem de confiança responsável pelos andares de fetiches.
— Deseja conhecer algumas?
— Com certeza! Vou ficar um mês em Nova York. Até lá, espero partir acompanhado, meu amigo. E, aliás, me fazem companhia? Não aceito não como resposta.
Enrico e eu nos entreolhamos. Não podíamos pegar nenhuma outra submissa, não faríamos isso com Valéria.
— Infelizmente hoje não vai dar, Matteo, temos alguém especial!
— Mas podem pelo menos me acompanhar em uma bebida, enquanto olhamos as meninas, não é?
— Claro! Vamos lá. — Seguimos para o andar de voyeurismo.
Ao todo, 12 submissas estavam nos aguardando.
(...)
Lucca:
Valéria dormiu até às 7 da noite. Fui ao quarto e ela tinha acabado de acordar.
— Como você está? O jantar está pronto. Pedi alguns pratos do restaurante da boate.
— Estou bem, precisando tomar um banho! Na verdade, outro, né? — Ela sorriu lindamente.
— Vou deixar você a sós para tomar sua ducha e se arrumar. — Ia saindo quando ela me chamou.
— Lucca, me faz companhia no banho? Por favor!
Meu coração faltou sair pela boca. Faria tudo por essa mulher, ela não tinha noção do que estava fazendo comigo e meus irmãos.
— Mas é claro, meu amor! — Voltei, pegando-a nos braços ainda nua na cama, e a levei para o banheiro.
— Eu ainda posso andar, bonitão.


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