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Contrato de Luxúria - A Virgem romance Capítulo 21

Lucca:

Loucos e apaixonados, é assim que estamos. Ser dominado por ela nos deixou ainda mais loucos de desejo. Ela se entregou ao momento sem medo, sem pudor.

Subimos com ela adormecida nos braços do Enrico, a acomodamos na cama e descemos para conversar. A noite foi intensa demais.

— Cara, estamos fodidos! — decretou Enrico.

— O que essa mulher fez com a gente hoje foi o último prego do caixão, não quero perdê-la. E vocês? — eu disse.

— De maneira alguma. — Enrico foi rápido na resposta.

— Muito menos eu!

— Precisamos convencê-la a assinar um novo contrato, mas com uma pequena alteração. Estenderemos o prazo para um ano, o que vocês acham? — Dante sugeriu. No fundo, sabia que a queria para sempre, mas um ano pra começar estava bom.

— Ótimo! — concordamos.

— Tem alguma reunião importante amanhã? — perguntei.

— Não, adiamos todas para fazer a surpresa para a Valéria — Enrico afirmou.

— Ok, vamos descansar um pouco, amanhã vamos mostrar à espertinha como funciona no BDSM — disse Dante, com o olhar de que o bicho vai pegar.

Subimos para o quarto e vê-la dormindo só de camiseta, sem calcinha, fez nosso corpo reacender, mas não a tocaríamos. Ela teve muito por hoje, deve estar dolorida.

Fui ao banheiro, peguei uma pomada e passei entre suas pernas e no seu ânus. Ajudaria com a dor e cicatrização. Ela estava num sono tão profundo que nem acordou. Demos um beijo casto e a cobrimos. A noite seria longa, dormindo de pau duro ao lado dela.

(...)

Valéria:

Estava tendo um sonho erótico com meus CEOs favoritos. Sonhava que estava sendo chupada e, ao mesmo tempo, tinha os dois seios devorados por bocas famintas. Comecei a gemer e me contorcer, gozando intensamente.

— Bom dia, Valéria adormecida!

Dei um pulo, me sentando na cama. Caramba, não era sonho. Acordo com Lucca entre minhas pernas e Enrico e Dante ao meu lado. Acordar sendo chupada era maravilhoso! Queria despertar assim todos os dias.

— Bom dia, que horas são? — Fiquei vermelha de vergonha.

— Hummm, passa das 10 da manhã — disse Enrico, sorridente.

— Caramba, tô atrasada. — Dei um pulo, ficando de pé na cama, prestes a correr.

— Calma, ninguém vai para a empresa hoje. — Ele voltou a dizer.

— Estamos de folga, baby. — disse Dante.

— Venha tomar café da manhã.

— Preciso de um banho.

— Seu roupão está no banheiro, escova também — Dante dizia tão natural que até parecia que eu morava aqui.

— Tem roupas suas no closet, fique à vontade.

Quarto Vermelho 1

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