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Contrato de Casamento com o Mafioso Cruel romance Capítulo 11

Lobo (Dmitri)

As coisas nunca saíram do controle, e o fato de estarem saindo do controle justamente agora fez a raiva dentro do meu corpo aumentar, e muito. O *maldito simplesmente vendeu a garota pra outro filho da *puta, e tinha que ser justamente o Mercador, que provavelmente vai repassá-la ao Colecionado. O rosto dela é perfeito pra prática que ele gosta de aplicar. Meu controle estava indo pelo ralo e nem *torturando e *matando o soldado eu consegui me acalmar. Nem mesmo a perda de *sangue devido ao corte que Olivia fez no meu peito a raiva diminuiu. Um ódio que eu nunca tinha sentido na minha vida rondava meus pensamentos. O colecionador é como um rato de esgoto, ele se esconde como nenhum outro consegue. Vendi várias meninas e meninos pra ele, vários rostos que lhe interessou, mas nenhum como o de Alba. Nunca na minha vida imaginei que eu fosse ter que competir com ele, sempre fomos sócios e aliados, mas agora eu sei que quando se trata de um rosto esculpido como o da menina ele não abre mão, e eu também não.

Agora todos já sabem que eu quero a garota, todos sabem que ela é minha. O acordo está feito, Olivia querendo ou não. Infelizmente não me livrei dela antes, se tivesse feito ao menos essa *praga não teria cortado meu peito com aquela *maldita adaga, *vagabunda!

Finalmente consegui algumas informações sobre onde a garota poderia estar. O mercador ainda está com ela e isso é ótimo, dessa forma sei que ela ainda está viva e ilesa. Me incomoda saber que ela não é mais *virgem, sinceramente isso me incomoda e MUITO. No fim das contas ela acaba se tornando uma *vagabunda como qualquer outra, mas mesmo assim ainda quero o que sobrou, tenho muitos planos. Não quero ser pai tão cedo, mas uma hora ou outra precisarei de crianças e Alba será uma boa incubadora.

O urso alemão resolveu embarcar comigo nessa busca, pelo menos o *chato do capo alemão e nem aquela *A demônia da Olivia irão me incomodar. Ainda no avião mandei mensagem para um Ivan, ele está me auxiliando na busca pelo Mercador e pelo Colecionador, desconfio que ele também compre algumas ‘’obras’’ do homem, não sei pra que. A princípio ele me manterá informado caso alguma ‘’mercadoria’’ chegue nas mãos dele.

Olhei para o lado e o homem sentou bem distante, ele é estranho, não mais que eu, mas ainda sim vejo nele alguma coisa parecida com Olivia, talvez seja o ódio no olhar ou o deboche, não sei, mas algo me cheira muito estranho entre os dois e já não acho que eles sejam amantes.

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Entrar no submundo não é nada fácil e me custou milhões de dólares. Benno e eu chegamos em uma ‘’boate’’ em que é feito leilões de todos os tipos. Senti que o alemão não ficou confortável, já eu não liguei muito. Sentei em uma cadeira e aguardei pacientemente. Foram leiloados meninas *virgens e crianças também, mas o que mais me chamou a atenção foi a maneira que eles fazem o leilão de órgãos. O fornecedor é desconhecido, é uma rede extensa e perfeitamente organizada, como uma teia de aranha. Cada ‘’doador’’ sobe no palco e sua ficha médica é apresentada no telão. Todos aqui usam máscaras impedindo a identificação. Claro, a maior fábrica de ‘’órgãos’’ é onde os presos estão, mas nada melhor que um órgão limpo de pessoas mais limpas ainda, né? Quase ninguém quer um órgão que tenha vindo de um presidiário por medo de contrair alguma doença, é por isso que o Leilão da Vida existe. Minha organização não chega nem perto dessa.

Um garçom chegou até nós, mascarado.

_ Ele quer ver você.

Disse ele. Levantei e Benno levantou junto. O homem olhou para Benno.

_ Somente ele.

Benno fechou a cara e eu fiz um sinal a ele. Ele me aguardaria ali. É arriscado, mas também não quero que ele ouça a oferta que eu farei, já que ele é um dos que não apoia meus negócios. Passamos atrás do palco, haviam muitas mercadorias a serem apresentadas ainda e todas estavam em fila. Entrei em uma sala escura e lá estava ele, exibindo seu enorme relógio de ouro e seu pentagrama enorme que foi feito a ferro quente em sua testa.

_ Não esperava ver você aqui hoje, senhor Dmitri.

_ Você tem algo que me pertence.

Ele franziu a testa. A essa altura ele já sabia que Alba era minha.

_ Mas quando ela foi vendida para mim ninguém me falou nada sobre isso. Lamento mas já fechei negócios com outro interessado.

_ A garota me pertence, Mercador.

Capítulo 11 1

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