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Como uma Fênix, Renasce das Cinzas romance Capítulo 560

Aurora Franco olhou para aquela cena, sentindo-se tomada pela ansiedade e preocupação.

O que a deixava ansiosa era a segurança de Susana; o que lhe causava preocupação era o fato de Mário Pontes invadir daquela maneira, correndo o risco de ofender profundamente a Família Anjos.

Ela respirou fundo, tentando se acalmar, e tomou uma decisão.

"Eu vou entrar primeiro para ver como estão as coisas. Se for só impressão minha, vocês não precisam entrar."

Sentia-se inquieta ao lembrar das histórias que Susana Anjos lhe contara sobre as regras rígidas da família Anjos.

Com um único golpe de cinto, poderia-se perder quase metade da vida.

Ela apressou o passo até a porta da mansão e tocou a campainha.

Logo, o mordomo apareceu e, ao vê-la, ficou visivelmente surpreso.

"Srta. Franco? Você ainda não foi embora?"

Aurora foi direta ao ponto: "Estou esperando pela Susana. Pode perguntar quanto tempo ela ainda vai demorar para sair?"

O mordomo soltou um suspiro pesado ao escutar isso, com um olhar de compaixão e resignação.

"Srta. Franco, é melhor a senhora voltar para casa. A senhorita acabou de ser punida pela família e agora está de castigo. Receio que ela não poderá sair por vários meses."

"O que você disse?!"

O semblante de Aurora mudou drasticamente. Sem se importar com mais nada, ela tentou avançar para dentro.

"Srta. Franco, a senhora não pode entrar!" O mordomo imediatamente a impediu com o braço. "O senhor deixou ordens: hoje a Família Anjos não recebe visitas. Por favor, vá embora!"

Mal terminara de falar—

"BAM!"

Um estrondo ecoou.

Mário simplesmente arrombou o portão de ferro trabalhado com um chute, entrando com uma aura ameaçadora.

……

Na sala de estar da mansão Anjos, o clima era pesado.

No chão de mármore, algumas manchas de sangue escuro ainda não tinham sido completamente limpas, servindo de lembrete perturbador do que havia acontecido.

Gil Anjos e Silvana Damaso estavam sentados no sofá com expressões sombrias.

Noemi Anjos estava meio agachada ao lado de Silvana, tentando acalmá-la com voz suave.

Nesse momento, uma empregada desceu correndo as escadas, visivelmente nervosa.

Noemi foi a primeira a reagir, apontando para Mário e gritando:

"Pai! Esse é o bombeiro! É com ele que a minha irmã anda se envolvendo lá fora!"

Silvana imediatamente o reconheceu, ficando ainda mais séria.

"Seguranças! Expulsem-no imediatamente!"

Quando os seguranças avançaram, Aurora também entrou.

Seu olhar foi direto para as manchas de sangue no mármore, e suas pupilas se contraíram violentamente.

Ela ergueu o rosto, os olhos vermelhos de raiva e decepção.

"Tio, tia, por mais que Susana tenha errado, ela ainda é filha de vocês! Como puderam ser tão cruéis com ela?"

Ela se aproximou rapidamente da empregada, perguntando ansiosa: "Onde está Susana?"

Assustada com a confusão e temendo que algo realmente grave tivesse acontecido com a senhorita, a empregada apontou instintivamente para o andar de cima.

"No... no quarto."

Aurora imediatamente disse a Mário: "Suba! Terceira porta à direita! Depressa!"

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