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Caso de Uma Noite: Quatro Bebês Expõem o Chefão como Pai! romance Capítulo 823

Ramiro ficava cada vez mais irritado quanto mais pensava no assunto, convencido de que Hugo certamente estava envolvido nisso. Sem se importar com mais nada, virou-se e foi furioso tirar satisfação com Hugo.

Ele caminhou apressadamente e logo encontrou Hugo. Sem hesitar, gritou alto para ele: "Hugo, foi você que envenenou o Diretor Martins?"

Hugo, que estava sentado, ergueu a cabeça lentamente ao ouvir aquilo. Seu olhar gelado encontrou o de Ramiro, transmitindo uma frieza cortante.

Ele soltou um riso desdenhoso e respondeu com desprezo: "Você é como um cachorro, fala mentiras como se nada fosse. Você me viu envenenando ele? Tem alguma prova? Com que direito me acusa de ter feito isso?"

Ao ouvir essas palavras, Ramiro ficou ainda mais indignado. Apontando para Hugo, retrucou: "Então por que você está bem, e o meu patrão foi envenenado?"

Hugo deu de ombros, totalmente indiferente, e zombou: "Como vou saber? Talvez seja problema de caráter dele."

Essas palavras foram como lenha na fogueira, deixando Ramiro fora de si.

"Você!"

Ramiro cerrou os punhos, pronto para avançar e discutir com Hugo, mas antes que pudesse se aproximar, os capangas de Hugo bloquearam seu caminho.

Os capangas olhavam para ele de forma ameaçadora, protegendo Hugo atrás de si. Se Ramiro desse mais um passo, eles não hesitariam em agir.

Hugo semicerrava os olhos, sua voz assumiu um tom sombrio: "Não me obrigue a matar alguém aqui. Se continuar gritando desse jeito, eu acabo com você agora mesmo, e depois aproveito para acabar com o seu patrão, que já está todo debilitado pelo veneno. Você não vai ter como impedir."

Ouvindo isso, Ramiro imediatamente se acalmou.

Sim, se ele morresse, seu patrão ficaria totalmente indefeso.

Não podia morrer ainda.

Parecia estar tendo alucinações, sentia como se um som estranho estivesse vindo de trás de si.

Era uma sensação estranha, como se houvesse um par de olhos ocultos na escuridão, observando-o silenciosamente.

De vez em quando, olhava pela janela e, num lampejo, sentia a presença de uma sombra passando lá fora – tão rápida que sumia num piscar de olhos.

Aquela figura usava um véu branco, que sob a luz da noite parecia ainda mais etéreo e irreal, como se fosse a silhueta de uma mulher.

David franziu o cenho, cheio de dúvidas, tentando entender o que estava acontecendo, mas sua fraqueza o impedia de investigar mais a fundo.

Para não preocupar Jessica, não contou a ela sobre as alucinações; apenas cerrou os dentes em silêncio, suportando o crescente desconforto que invadia seu corpo.

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