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Caso de Uma Noite: Quatro Bebês Expõem o Chefão como Pai! romance Capítulo 799

Jessica, ao ver a cena diante de si, ficou instantaneamente pálida: “Que insetos são esses? Por que tem tantos?”

Aqueles insetos tinham o comprimento de um antebraço, eram inteiramente pretos e se moviam de um jeito repulsivo.

Ela deu alguns passos para trás, aproximando-se mais de David, que, por instinto, estendeu o braço e a puxou para junto de si.

Hugo também se assustou com o enxame repentino, mas logo recobrou o juízo e, franzindo a testa, disse: “Aqueles inúteis entraram antes para limpar o corredor com tanta antecedência, e é só isso que conseguiram?”

Nesse momento, David falou: “Esses insetos são muito difíceis de matar. Eles têm medo de fogo, mas não morrem queimados. Basta dar-lhes quinze minutos que, mesmo restando só um pedaço do corpo, conseguem se regenerar e voltar ao normal.”

Jessica exclamou: “Existe mesmo inseto que morre e ressuscita desse jeito?”

David assentiu: “Sim, isso se deve a um tipo especial de gene que eles têm. Mas esses insetos são extremamente venenosos. Quando passarmos por aqui, não deixe que te mordam ou enrolem em você de jeito nenhum.”

Ao ouvir isso, Hugo virou-se para ele, demonstrando certa surpresa, e perguntou: “Como você sabe tanto sobre isso? Já viu essas criaturas antes?”

“Se você veio em busca de tesouros, deveria ter feito sua lição de casa antes de entrar.”

Vendo que a tocha estava quase se apagando, David não lhe deu mais atenção e voltou-se para Jessica, dizendo: “Vamos, fique atrás de mim.”

Hugo cerrou os dentes, insatisfeito com a atitude de David, mas sabia que aquele não era momento para discutir.

Ele olhou para os cadáveres dos insetos ainda soltando fumaça azulada no chão, depois para o corredor escuro à frente, respirou fundo e seguiu David e Jessica.

Caminharam mais um pouco até finalmente se afastarem daqueles insetos repugnantes; ao redor, já não se ouvia nenhum som estranho.

No entanto, o silêncio raro naquele momento não relaxou o grupo. Pelo contrário, a calma aparente parecia esconder um perigo ainda maior.

Jessica e Hugo prenderam a respiração, sem dizer uma palavra.

Depois de caminhar um pouco, David parou diante de uma parede que, à primeira vista, não se diferenciava das demais, mas nela havia alguns riscos quase imperceptíveis, impossíveis de notar sem olhar com atenção.

David passou a mão lentamente sobre aqueles riscos, franzindo levemente a testa, como se refletisse sobre algo.

Hugo aproximou-se, abaixando a voz, mas ainda demonstrando insatisfação: “Afinal, o que você descobriu? Pare de fazer mistério e diga logo!”

Jessica também se aproximou e perguntou: “Esses riscos têm algum problema?”

Só então David levantou a cabeça, com expressão séria, e respondeu: “Sim, isso é uma antiga técnica de armadilha. Está claro que alguém mexeu nessa armadilha antes; esses riscos foram feitos por lâminas escondidas, que saltam quando a armadilha é acionada, deixando marcas na parede de pedra.”

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