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Caso de Uma Noite: Quatro Bebês Expõem o Chefão como Pai! romance Capítulo 599

Sra. Martins soltou uma risada fria: "Se foi só um jantar, por que você mentiu agora há pouco?"

O motorista abaixou a cabeça: "Senhora, o patrão tinha receio que a senhora se preocupasse demais, por isso pediu para eu não contar..."

Antes que terminasse de falar, Sra. Martins, furiosa, pegou um copo e atirou contra a cabeça do motorista.

Ele não se atreveu a desviar, suportando o golpe sem resistência. Em um instante, uma enorme protuberância surgiu em sua testa.

Os olhos de Sra. Martins se arregalaram de raiva e ela ordenou: "Saia daqui agora! Amanhã não precisa mais aparecer para trabalhar!"

O motorista saiu da sala apressado, quase tropeçando.

Sra. Martins ficou sozinha na sala de estar, sentindo o fogo da ira consumir seu peito.

Jamais poderia imaginar que Antônio teria coragem de encontrá-la com outra mulher e ainda pedir ao motorista para mentir para ela.

Ao lembrar do comportamento recente de Antônio, desde aquele último mal-entendido, ele vinha sendo frio e distante. Os dois até passaram a dormir em quartos separados, e hoje, aquele cheiro de perfume feminino realmente perturbava seus nervos.

Imagens desagradáveis começaram a surgir em sua mente, e quanto mais pensava, mais raiva sentia. Suas mãos até começaram a tremer.

Enquanto Sra. Martins ainda estava imersa em sua fúria, Antônio se aproximou.

Percebendo algo estranho, ele perguntou: "O que houve? Está se sentindo mal?"

Sra. Martins levantou o rosto, fitando-o friamente: "Então você ainda se importa comigo? Ou está com peso na consciência por ter feito algo errado comigo?"

Antônio parecia confuso: "Eu fiz o quê? Você está falando de uma coisa sem pé nem cabeça."

Sra. Martins soltou outra risada fria: "Vai continuar fingindo? Você sabe muito bem o que fez! Fale, você foi hoje encontrar aquela raposinha?"

Ele cheirou as roupas e tentou explicar: "O perfume deve ter passado sem querer, nem sei como aconteceu..."

Sra. Martins riu friamente: "Sem querer? Se você não tivesse feito nada, como o perfume dela teria passado para sua roupa?"

Antônio tentou explicar de novo: "Senhora, você está realmente enganada."

Sra. Martins gritou: "Acha que eu vou acreditar em você? Se não tivesse nada para esconder, por que mentiu para mim? E ainda mandou o motorista mentir também."

Antônio suspirou, resignado: "Eu só não contei porque tinha medo que você ficasse pensando besteira. Eu sei que agi errado, mas eu realmente não te traí."

Sra. Martins já não queria ouvir mais nada: "Não adianta continuar se justificando. Eu não vou acreditar em você. Se não disser quem é essa raposinha, eu mesma vou descobrir."

Depois de dizer isso, Sra. Martins se virou e saiu, deixando Antônio parado no mesmo lugar, com o rosto cheio de frustração e preocupação.

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