Depois do expediente, Jessica carregava sua caixa de pertences e entrou no elevador.
Bem na hora em que estava prestes a fechar a porta, David apareceu de repente, estendendo a mão para impedir que o elevador se fechasse, e entrou.
Por uma dessas coincidências, naquele momento só estavam ela e David no elevador.
Os dois ficaram no mesmo espaço pequeno, e Jessica tentou se posicionar o mais longe possível dele, pois sentia a forte aura que David exalava, o que a deixava um pouco desconfortável.
Jessica lançou um olhar de relance para ele. Ele não costumava fazer hora extra até muito tarde?
O que teria acontecido hoje?
Ela sentiu que David estava um pouco estranho naquele dia.
Jessica o observou de canto de olho mais algumas vezes, e percebeu que ele mantinha um rosto inexpressivo, com um olhar profundo, parecendo perdido em pensamentos.
Finalmente, quando chegaram ao térreo, enquanto Jessica esperava o carro na calçada, o carro de David apareceu de repente, parando bem na sua frente.
"Nana, deixa que eu te levo para casa." A voz de David veio de dentro do carro.
Jessica ficou surpresa por um instante e, por reflexo, olhou para o céu, como se o sol tivesse nascido no lado errado.
Ela balançou a cabeça, recusando com um sorriso: "Não precisa, Diretor, meu carro já está chegando."
Ao ouvir isso, David esboçou um sorriso irônico, como se já soubesse que ela diria isso.
Jessica notou a expressão indecifrável dele e não pôde deixar de franzir a testa.
Instantes depois, o carro de Jessica chegou.
Ela estava prestes a ir até ele quando a voz de David soou novamente: "Nana, pelo visto você está muito bem, hein? Tem até carro particular para te buscar. Nenhum funcionário da empresa é tão bem de vida quanto você."
Jessica realmente achou David estranho naquele dia, e ainda por cima, mais falante que o habitual.
Ela sorriu e respondeu: "É graças ao salário generoso que o Diretor Martins paga, que eu posso andar de carro."
David também sorriu, mas havia algo diferente naquele sorriso, uma emoção difícil de definir. "Continue assim, que eu aumento seu salário."
David olhou para o segurança na portaria e franziu levemente as sobrancelhas. "Não, não precisa."
De longe, David viu Jessica sair do carro.
Foi então que, de dentro da casa, correram quatro crianças. "Mamãe, você voltou~"
Quatro crianças idênticas pularam nos braços de Jessica.
David não conseguiu evitar franzir as sobrancelhas elegantes. Ela realmente tinha quatro filhos. Embora já soubesse disso, ver pessoalmente foi um pouco chocante.
Ele provavelmente não teria mais descendentes, então pretendia escolher um daqueles quatro para ser seu sucessor.
Já que precisava escolher um herdeiro, era necessário começar a treiná-lo desde pequeno.
Ontem, Vicente comentou que o filho de Jessica era um gênio de alta inteligência, o que agradou David. Aquele tal "Chefe Z" era, em sua mente, um candidato perfeito para herdeiro.
De tão longe, ele não conseguia ver o rosto das crianças, mas podia perceber a alegria e a harmonia daquela família de cinco pessoas brincando juntas.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Caso de Uma Noite: Quatro Bebês Expõem o Chefão como Pai!