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Caso de Uma Noite: Quatro Bebês Expõem o Chefão como Pai! romance Capítulo 517

Luísa recebeu uma ligação do médico, informando que o resultado do teste de DNA parental estava pronto. Animada, ela pegou o carro e seguiu para o hospital.

No entanto, no meio do caminho, o carro de repente saiu do controle.

Luísa percebeu, aterrorizada, que o veículo avançava desgovernado em direção ao acostamento, prestes a colidir com uma árvore enorme. Seu coração disparou e ela ficou tomada pelo pânico.

"Droga!" Ela segurou o volante com força, tentando com todo o corpo girá-lo de volta, mas o volante não respondia, completamente fora de seu controle.

Desesperada, tentou pisar no freio, mas o pedal também não funcionava.

O carro continuava avançando em alta velocidade.

Por fim, com um estrondo ensurdecedor, acompanhado pelo grito agudo de Luísa, a dianteira do carro bateu violentamente contra a árvore.

O impacto foi tão forte que o veículo inteiro tremeu, os vidros das janelas estilhaçaram e fragmentos voaram por todos os lados.

O airbag disparou de repente e acertou em cheio o rosto de Luísa, deixando sua expressão de medo ainda mais distorcida.

"Ah —" Luísa gritou, abraçando a cabeça com os braços.

Ela sentiu uma vertigem intensa, um zumbido ensurdecedor nos ouvidos, e dores lancinantes espalhadas pelo corpo.

Assim que o carro finalmente parou, Luísa ignorou as dores, abriu a porta rapidamente e, usando as mãos e os pés, se arrastou para fora.

"Socorro... Socorro, por favor..."

Nesse momento, uma figura misteriosa se aproximou lentamente, segurando uma faca afiada na mão.

Luísa levantou a cabeça e, ao ver a pessoa mascarada caminhando em sua direção, gritou instintivamente: "Me... me ajuda..."

Mas, no instante seguinte, a lâmina fria encostou em seu pescoço.

O homem falou friamente: "Vim aqui para acabar com você!"

O assassino girou a faca entre os dedos. "Ela pagou o dobro do que você vale."

O coração de Luísa disparou. O dobro? Isso dava um milhão!

Ela gritou: "Está bem, eu pago o dobro em cima desse valor! Vá matar a Jessica pra mim!"

O assassino pareceu hesitar por um instante. "Tudo bem, mas você precisa me pagar agora."

Lutando pela própria vida, Luísa rapidamente entregou seu cartão bancário, as mãos tremendo como se aquele cartão fosse sua última esperança.

"A senha é seis números seis," disse ela, aflita, com um olhar de pavor e expectativa, torcendo para que o assassino cumprisse a promessa e a deixasse viver.

O assassino, ao receber o dinheiro, imediatamente guardou a faca.

Ele olhou para Luísa, sem qualquer traço de compaixão nos olhos. "É melhor não tentar nenhuma gracinha, senão eu volto para te encontrar."

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