O irmãozinho não era exigente. Assim que o bico da mamadeira tocou sua boca, ele começou a mamar com vontade.
Ele era realmente fácil de cuidar.
Depois de satisfeito, os quatro meninos mal haviam respirado aliviados quando sentiram um cheiro estranho.
Daniel farejou o ar e franziu o nariz: "Eca, por que o irmãozinho está tão fedido?"
Geraldo: "O irmãozinho fez cocô, claro que está fedido."
Fez... fez cocô?
Ao ouvir isso, Daniel tapou o nariz e se afastou: "Uma irmãzinha seria melhor. Uma irmãzinha com certeza seria cheirosa, não fedida."
Os outros meninos também taparam o nariz, seus quatro rostinhos se contorcendo em uma careta.
Alimentar, tudo bem. Mas trocar fraldas... os quatro pequenos se entreolharam, com a recusa estampada em seus rostos.
Depois de discutirem um pouco.
"Que tal esperarmos o papai sair? É responsabilidade dele."
As quatro cabecinhas concordaram, chegando a um consenso.
Como se em resposta ao chamado deles, passos pesados soaram na escada.
Os quatro meninos imediatamente se puseram em fila, de braços cruzados e rostos sérios, encarando quem chegava.
David apareceu no topo da escada, com olheiras escuras sob os olhos, mas pelo menos havia lavado o rosto e arrumado um pouco o cabelo.
Seu olhar percorreu os quatro filhos e finalmente pousou no berço, sentindo que algo havia acontecido.
"Papai." Daniel foi o primeiro a falar. "O irmãozinho fez cocô."
Pensando que era algo mais sério, acabou sendo apenas isso.
David disse, impassível: "Troque a fralda dele."
Daniel, inconformado: "Ele é seu filho, não meu. Claro que é você quem tem que trocar a fralda."
Os cantos da boca de David se contraíram.
Geraldo então acrescentou: "Papai, de acordo com o manual de cuidados com o bebê, depois de tirar a fralda do irmãozinho, ainda há as tarefas de dar banho e fazer massagem."
"E a babá?" perguntou David, franzindo a testa.

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