"Puf—" Luciano cuspiu um bocado de sangue, mas passou o dorso da mão pela boca sem se importar, rindo loucamente: "Afinal, eu já não tenho mais nada... Se for pra morrer, vou levar vocês comigo!"
"Vamos todos pro inferno juntos! Hahahahaha!"
Com a boca cheia de sangue, o sorriso dele se retorceu, parecendo um verdadeiro demônio.
Luciano já tinha enlouquecido de vez, querendo arrastar todos para a morte com ele.
Os seguranças puxaram a porta com força, mas a porta de ferro sequer se movia.
Vendo a saída bloqueada, David virou o rosto e, de relance, percebeu o controle remoto na mão de Luciano.
Ele se lançou para agarrá-lo, mas Luciano, num impulso insano, colocou o controle na boca antes dele!
"Glup!"
O pomo de Adão subiu e desceu; o microcontrole foi engolido à força!
Ramiro deu um soco no abdômen de Luciano: "Cospe isso!"
"Puf!" Luciano cuspiu mais sangue, mas riu ainda mais descontrolado: "Hahaha... Agora vocês não vão conseguir!"
Ramiro bateu novamente, e Luciano, sem forças para reagir, caiu da cadeira de rodas, que virou de lado.
Luciano despencou no chão como um pedaço de carne podre, mas sua risada continuava incontrolável.
O sangue escorria pela boca e pelo nariz, mas ele parecia não sentir dor alguma, apenas fitava fixamente o teto prestes a desabar: "Vamos morrer juntos... juntos... hahahahaha..."
Bi—bi—bi—
O som eletrônico da bomba ecoava agudo pela mansão, cada bip martelando como um sino da morte.
Jessica sentiu os ouvidos doerem com o som insistente.
Aquele louco do Luciano!

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