Neste momento, Luciano recebeu a notícia e desabou em lágrimas.
Ele tirou o celular do bolso e, com os dedos trêmulos, gravou uma mensagem de voz: "Buá, buá... Pai... me dá mais uma última chance, por favor..."
Assim que terminou de falar, a mensagem nem chegou a ser enviada.
Ao lado do áudio recém-gravado, apareceu um aviso com um ponto de exclamação vermelho, gritante.
Mostrava que o Sr. Castelo já o havia bloqueado.
A visão de Luciano escureceu, o telefone caiu de sua mão e sua cabeça ainda febril voltou a girar.
Seu pai o havia abandonado completamente.
Patrick e Clarice entraram correndo, cada um com uma expressão mais desfigurada que a outra.
A voz de Patrick saiu alterada pelo pânico: "Pai! O senhor foi mesmo expulso da família Castelo?"
Clarice fixou o olhar em Luciano, e ao ver aqueles olhos vazios e sem brilho, seu coração afundou de vez.
"Ele me abandonou..." Luciano repetiu, apático. "Mandou eu... me virar sozinho..."
As pernas de Patrick e Clarice fraquejaram e quase desabaram no chão.
O mundo deles desmoronara.
O prestígio, o poder, a fortuna da Família Castelo... nunca mais fariam parte de suas vidas!
Clarice perguntou, com a voz trêmula: "E a... agora, o que vamos fazer...?"
Luciano ergueu a cabeça lentamente e encarou o filho gordo como um leitão e a filha feia de assustar qualquer criança—
De repente, ele cobriu o rosto e voltou a chorar descontroladamente.
Como ele, Luciano, pôde chegar a esse ponto tão baixo?
Enquanto os três afundavam em desespero, um dos funcionários entrou correndo, apavorado: "Deu ruim! Deu muito ruim!!"
Luciano levantou a cabeça bruscamente, rangendo os dentes: "Você ficou maluco? Está berrando por quê?"
O que poderia ser pior do que ter sido expulso da Família Castelo?

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Caso de Uma Noite: Quatro Bebês Expõem o Chefão como Pai!