"Croc!" Ouviu-se o som de um osso quebrando, e o homem soltou um grito miserável: "Auuu!".
No entanto, por causa da música alta, o grito dele foi abafado, e ninguém percebeu o que estava acontecendo ali.
Toda a atenção de Jessica estava voltada para Gisela.
Na porta do banheiro, dois homens tatuados tentaram arrastar Gisela para dentro, mas ela se agarrou à porta com força. "Me solta... me solta!"
Gisela se debatia, mas logo foi dominada com facilidade.
Os dois homens tatuados, vendo aquela "doçura" já ao alcance das mãos, obviamente não queriam deixá-la escapar. Um deles segurou o queixo dela. "Pra que fingir que é inocente? Estamos de olho em você faz dois dias. Já que veio pra se divertir, relaxa, fica quietinha e não se mexe."
"Ou será que você quer que a gente resolva tudo aqui mesmo, hein? Hahaha..."
Os dois caíram numa risada vulgar, e o cheiro de álcool misturado ao suor deles envolveu Gisela, quase fazendo-a vomitar.
"SAI!" Gisela tentou dar uma joelhada, mas foi bloqueada por um dos homens tatuados.
"Prefere passar vergonha, é isso?" O homem sorriu cruelmente e, junto com o comparsa, começou a arrastá-la para dentro do banheiro masculino.
Gisela se agarrou ao batente da porta com todas as forças. "Socorro! Tem alguém aí? Socorr—"
Antes que ela terminasse de gritar, o homem lhe tapou a boca.
"Se gritar de novo, vai ser aqui mesmo!" ele ameaçou com brutalidade, puxando a gola da blusa dela.
Gisela, que tinha sido forçada a beber uma garrafa inteira de cachaça há pouco, estava tonta e mal conseguia ficar de pé, quanto mais lutar contra eles.
Mas ela sabia que estava em perigo; se não se livrasse logo deles, coisas horríveis poderiam acontecer.
Ela se debatia com toda a força, mas sozinha não tinha chance contra dois homens fortes. Quanto mais lutava, mais animados eles ficavam.

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