Com um som estridente de freada rasgando o chão.
Jessica desceu do carro, seguida de perto pelos quatro pequenos, com olhares firmes e decididos.
Havia ainda um grupo de seguranças bem treinados, alinhados e imponentes, transbordando autoridade e força.
O rosto de Florinda ficou lívido num instante, e ela exclamou, apavorada: "Jessica?"
Jessica se aproximou com seu grupo, o olhar tão intenso quanto um farol: "Florinda, eu já cheguei. Você ainda quer levar meu marido para onde?"
Os quatro pequenos gritaram em coro: "Solte o papai!"
Florinda cerrou os punhos com força.
Maldita Jessica, ela realmente conseguiu me encontrar, e ainda trouxe tanta gente.
Vendo que a situação não lhe favorecia, Florinda, tomada pelo desespero, puxou David para frente de si. "Ninguém se mexa, ninguém!"
De repente, ela tirou uma faca do casaco e pressionou contra David: "Se vocês se aproximarem, eu mato ele!"
Jessica franziu as sobrancelhas: "Florinda, você enlouqueceu?"
Apesar das palavras, Jessica parou imediatamente, pois não ousava arriscar a vida de David.
Florinda parecia ter perdido o juízo, e Jessica temia que ela realmente estivesse disposta a morrer junto.
Um sorriso distorcido apareceu no rosto de Florinda, que fitou Jessica com ódio: "Jessica, se eu não posso ficar com esse homem, ninguém mais vai conseguir. Se você se aproximar, eu mato ele e depois me mato também. No máximo, morremos juntos, e assim ao menos terei companhia no outro mundo. Mesmo que eu o mate, não vou deixar ele para você!"
Jessica semicerrrou os olhos: "Você é mesmo louca... Mas acha que tenho medo de você?"
Florinda se perturbou. O que Jessica queria dizer com aquilo?
Mesmo sendo feita de refém, David não demonstrou o menor nervosismo. Com seus reflexos e habilidades aguçados, ele rapidamente agarrou o pulso de Florinda que segurava a faca.

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