Ele abriu a porta com um estalo, e o fedor que veio de dentro quase o asfixiou por alguns segundos, logo em seguida avistando Urbano, cuja expressão estava mais roxa do que fígado de porco.
"O que é isso?" Urbano tapou a boca, vendo estrelinhas diante dos olhos.
Natan, enquanto engasgava, gritou: "Seu idiota... urgh... ainda está aí parado? Corre logo!"
Ao ver o bar sendo poluído daquele jeito, o coração de Urbano sangrou — doía ainda mais do que quando o local foi destruído minutos antes.
"Fiu, fiu, fiu——"
As bombas fedorentas continuavam a explodir, transformando o bar inteiro em uma gigantesca fossa.
Ninguém mais pensava em brigar; todos tapavam o rosto e fugiam para salvar a própria pele.
O pessoal de Zoé mal chegara na porta e já foi atingido por mais uma onda de bombas fedidas; para onde corriam, o cheiro os seguia.
Já o grupo de Urbano escapou por pouco, mas, ao sair, também foi pego pelo mau cheiro que tomava conta do ar, e um a um dobravam-se na calçada, vomitando como camarões.
Natan ficou tanto tempo nauseado que seu estômago estava vazio; depois de tanto vomitar, só conseguia expulsar um pouco de suco gástrico.
Urbano, por outro lado, chegou a pôr para fora até a feijoada que tinha comido no dia anterior, e se encostou na parede, completamente exausto.
"Eu... urgh... mas que raio, quem foi o desgraçado que fez isso? Eu estava começando a melhorar e aí... urgh..." Natan reclamou sem forças, lágrimas e catarro cobrindo o rosto.
Nesse momento, escondidos, os pequenos que controlavam Peter ouviram Natan xingando e imediatamente franziram as testinhas.
Tristan, olhando a cara de Natan xingando no monitor, perguntou em voz baixa: "Tio Natan está brigando com a gente?"
Daniel cruzou os braços e bufou: "Hum, a gente salvou ele e ainda assim ele reclama, que ingrato!"
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Os comentários dos leitores sobre o romance: Caso de Uma Noite: Quatro Bebês Expõem o Chefão como Pai!