Finalmente, a caravana seguiu por uma estradinha arborizada e isolada, sendo o momento perfeito para agir.
"É agora, podemos começar!" Geraldo avisou Daniel e apertou o botão de disparo.
Na parte inferior do drone, saiu uma microcápsula, que caiu com precisão sobre o capô do carro preto que liderava o comboio.
Com um leve "poc", a cápsula explodiu, liberando uma nuvem amarelo-esverdeada que se espalhou instantaneamente.
Essa fumaça amarelo-esverdeada misturava cheiros de ovo podre, carne de jaca estragada e água de meia usada com chulé, entre outros aromas insuportáveis. Só de imaginar, o cheiro já fazia qualquer um "tremer de medo".
"Tum, tum, tum—"
Com um movimento ágil de Daniel, Peter Dois disparou várias bombas fedorentas, três delas voando em formação triangular, atingindo o comboio preto com precisão. Uma delas entrou pela janela semiaberta, explodindo dentro do carro.
Na tela, o carro preto da frente freou bruscamente, as portas foram violentamente empurradas e alguns brutamontes saíram rolando, cambaleando e se curvando para vomitar sem parar.
"Argh—o que é isso, meu Deus!"
"É venenoso! Com certeza tem veneno!"
"Rápido, corram!"
Todos tapavam o nariz enquanto fugiam.
Mas aquele fedor parecia ter pernas, grudava neles e se espalhava a cada passo.
O segundo carro, ao ver a cena, tentou virar na hora, mas era tarde demais. Outra bomba fedorenta explodiu no para-brisa.
A fumaça amarelo-esverdeada cobriu todo o carro, bloqueando totalmente a visão. Lá dentro, as pessoas empurravam-se loucamente tentando sair, mas, na confusão, acabaram emperradas na porta.
"Ahahahaha..." Daniel ria batendo na coxa, "Olha só, parecem baratas dentro da privada!"


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