Os carros da comitiva se espalharam, cercando completamente a Mansão Gomes.
As portas dos veículos se abriram em perfeita sincronia; os que desceram eram assassinos de elite, todos equipados até os dentes.
Vestiam uniformes pretos idênticos, portando armas; sob o brilho dos óculos de visão noturna, seus olhos eram frios como máquinas, desprovidos de qualquer emoção.
Zoé fez um gesto com a mão e, imediatamente, todos se dispersaram, ocupando cada ponto estratégico.
Todo o processo não durou mais que trinta segundos, sem nenhum ruído desnecessário.
Ao mesmo tempo, a sirene disparou dentro da Mansão Gomes.
"Sr. Gomes, senhora!"
O mordomo correu apressado, batendo à porta do quarto: "Temos um problema, Zoé chegou com um grupo de pessoas e já cercou toda a propriedade!"
Ao ouvir isso, Lucas Gomes e Sra. Gomes saltaram da cama.
Abriram a porta e, ao ver o rosto pálido do mordomo, seguiram imediatamente para a sala de estar.
Do lado de fora, sombras ágeis podiam ser vistas se movendo.
Mesmo com a Família Gomes tendo reforçado a segurança, e com os homens enviados por David, havia guardas a cada poucos metros na propriedade. Mas, se realmente começasse um confronto, quem acabaria em desvantagem seria, sem dúvida, a Família Gomes.
O rosto da Sra. Gomes ficou sombrio: "Por que ela veio de repente?"
Lucas falou em tom grave: "Se ela apareceu nesta hora, certamente não é com boa intenção. Avise a todos: não a deixem entrar de jeito nenhum."
O mordomo assentiu: "Sim, senhor."
Porém, mal ele se virou para sair, uma voz feminina, preguiçosa e perigosa, soou repentinamente da porta:
"Quanto tempo, minha querida irmã."
Lucas e Sra. Gomes olharam ao mesmo tempo, incrédulos.

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