Iris estendeu o braço de repente para impedir: "Você não sabe beber, é melhor não tomar mais!"
Gisela também se apavorou: "Isso, isso, tire isso dele rápido!"
Natan reagiu mais rápido, tentando arrancar o copo da mão de Víctor.
Mas, no fim, ainda foi tarde demais.
Víctor se esquivou dos três com agilidade, virou o copo de uma vez só e ainda aproveitou para pegar a garrafa inteira da mão de Natan.
"Que maravilha! Essa garrafa agora é minha, ninguém mais toca nela." Víctor anunciou com orgulho, dando um longo gole sob os olhares apavorados dos outros três.
Os três se revezaram tentando segurá-lo.
"Rápido, impeçam ele! Não deixem ele beber!"
"Pare agora! Para com isso!"
"Se continuar, vai acabar bêbado..."
Alto e de pernas longas, Víctor escapou dos três mais uma vez: "Vocês estão me subestimando... Como eu poderia ficar... ficar..."
Ele limpou a boca, as bochechas já começando a ficar vermelhas, "bêbado..."
Antes de terminar a frase, o olhar dele ficou vago, o corpo todo oscilando, e ele cambaleou em direção a Iris.
"Já era." Gisela tapou a boca com a mão.
"Eu sabia!" Natan levou a mão à testa.
Iris se afastava sem parar: "Não, não venha pra cá..."
Com um baque surdo, Víctor, completamente embriagado, desabou sobre ela: "Querida, meu docinho, me dá um beijo~~~"
Iris, atrapalhada, tentou ampará-lo e, com dificuldade, sustentou o peso de Víctor, pedindo socorro aos outros dois: "Me ajudem, ele ficou bêbado!"
Natan observava friamente: "Joga ele no mar, não precisa se preocupar."
Tão ruim de copo e ainda adora beber!


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