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Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário romance Capítulo 281

Thomas levantou a mão e fez um gesto lento e preciso.

— Retire o que está vestindo. Dobre a peça cuidadosamente e coloque-a sobre o sofá. Mantenha os olhos em mim.

Sofia obedeceu sem hesitar.

O vestido foi retirada. A nudez era fria por um instante, até que o calor sua atenção a envolveu. Ela se moveu com uma graça nervosa, dobrando a seda conforme instruído, cada movimento demorado e exposto sob seu olhar intenso.

Ele fez ela sentar.

Depois ajoelhou à frente dela.

Thomas se ajoelhou diante dela.

Não em submissão —

mas em controle total da própria presença.

O coração de Sofia disparou.

Ter aquele homem ali, tão perto e tão atento a cada reação dela, foi o bastante para o corpo inteiro acender.

Ele segurou os tornozelos dela com suavidade, como se cada movimento fosse pensado com antecedência.

— Primeira regra — murmurou. — Você mantém os olhos em mim.

— Segunda regra — ele passou o polegar na pele quente acima do joelho dela — se algo incomodar, você fala.

— Terceira regra — a mão dele subiu um pouco mais — deixa eu te conduzir.

Sofia sentiu o ar desaparecer do quarto.

Thomas pegou uma pequena pena e a deslizou pela pele dela, em contraste com o calor da própria mão.

Um toque de ar frio nos seios — delicado, preciso — seguido pelo calor úmido de um beijo.

A tortura da sensualidade a fez se contorcer — e o toque dele, firme, lembrava quem estava no comando.

O toque dele era firme, mas cuidadoso.

Era controle, mas sem invasão.

Ela estava completamente consciente — e completamente entregue.

Thomas acompanhou cada reação dela.

Cada respiração.

Cada arrepio que subia devagar pela pele.

— Você é sensível aqui… — ele observou em voz baixa. — E aqui também…

— Thomas… — ela sussurrou.

Ele ergueu o rosto e prendeu o olhar dela.

— Confia em mim?

— Confio.

Ele sorriu de leve.

— Então deixa eu te mostrar quem você é comigo.

E o mundo dela pareceu afrouxar.

Thomas guiou o corpo dela com firmeza e cuidado, virando-a devagar, até que Sofia estivesse de bruços, entregue ao toque dele, com a palma aberta, ele a atingiu com um tapa firme, mas calculado. Não era para doer, era para marcar.

O choque a fez soltar um grito que não era de dor, mas de absoluta surpresa. A pele ficou vermelha rapidamente.

— Isso é meu. Você é minha ruivinha. — Ele declarou, e o peso da frase a atingiu mais do que o tapa.

Ele repetiu o movimento, e desta vez, Sofia soltou um gemido mais aceitador, quase extático. Ela entendeu. Essa era a linguagem deles, e ela estava aprendendo a falar.

O corpo dela se derreteu.

O desejo cresceu com a forma como Thomas guiava cada sensação com palavras, presença e intenção.

O domínio estava no olhar.

No tom.

Na maneira como controlava o ambiente e, ao mesmo tempo, devolvia segurança.

Thomas intensificou o ritmo e a profundidade da sessão, cada toque e comando levando-a mais perto do abismo. Ele se moveu para a parte interna de suas coxas, provocando e testando sua resistência.

Passou a mão pelo cabelo dela até a respiração acalmar.

Sofia se encolheu no peito dele, ainda tremendo um pouco da adrenalina.

Thomas sorriu contra o topo da cabeça dela.

— Isso foi só o começo, ruivinha.

Mas eu prometo…

Ele a puxou para mais perto.

— Comigo, você nunca vai ter medo.

— Nunca.

Sofia fechou os olhos.

E ali, no quarto iluminado pelo mar…

ela entendeu:

Não era só desejo.

Era confiança.

Era entrega.

Era o início do que eles seriam.

Juntos.

Sofia adormeceu ali, cercada pelo calor dele e pelo som do mar quebrando na varanda.

E antes que o sono a levasse, uma única certeza atravessou sua mente:

ela não estava se perdendo.

Ela estava finalmente se encontrando.

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