Valentino disse ao lado: "Mãe realmente pareceu muito melhor nos últimos dias, até o sono voltou ao normal. Grande irmão, por que não deixa a Jennie tentar?"
Nilo, no entanto, continuou balançando a cabeça.
Ele sabia bem da situação de sua mãe.
Afinal, ela só tinha desmaiado de raiva, e qualquer um com um pouco de habilidade médica poderia tê-la acordado.
Mas não era que ele não confiasse na Jennie, ele apenas estava realmente com medo de passar novamente por desespero e decepção.
"Vocês não precisam insistir, já me acostumei com a vida como está agora. Além disso, Jennie precisa cuidar da mamãe e de mim, ela pode acabar se sobrecarregando. Vamos esperar até que a mamãe esteja completamente recuperada."
"Grande irmão…"
Saulo queria insistir, mas viu Jennie balançar a cabeça levemente.
Ele teve que desistir.
Depois de ajudar Nilo a se deitar, os três saíram do quarto.
Valentino, preocupado que Jennie ficasse chateada, disse: "Jennie, não leve a mal, o grande irmão não é que não confie em você, ele apenas… não consegue lidar com mais pressão."
Jennie assentiu: "Eu entendo."
A noite caiu rapidamente.
Jennie tinha acabado de sair do banho quando viu uma chamada perdida de Alexandre, e então retornou a ligação.
Assim que a chamada foi atendida, Alexandre foi direto ao ponto:
"Srta. Sol, eu descobri o que você me pediu para investigar."
"A chácara foi hipotecada por Amanda."
"Esse lugar foi transferido para o nome dela quando Amadeu completou dezoito anos."
Jennie não ficou surpresa, mas ainda tinha uma dúvida não resolvida.
"A propriedade está no nome dela, mas mesmo vendendo, deveria seguir os trâmites normais, como foi parar em leilão judicial?"
Do outro lado, Alexandre explicou: "Durante esses anos, ela dependia do Grupo Jardim e abriu duas empresas subsidiárias."
"Agora que o Grupo Jardim faliu, as empresas dela não conseguem mais contratos e também faliram."

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Aurora Dourada: Fênix
Continua estou gostando da história....