Ela interrompeu Saulo e disse: "Saulo, quero te pedir um favor."
"Pode falar!"
"Tenho uns amigos que querem alugar um espaço maior para escritório. De preferência, um lugar mais tranquilo."
Saulo pensou por um momento e disse: "Tenho! Na Zona Oeste, tem uma fábrica abandonada. Era para ser transformada num parque turístico, mas como o acesso é difícil, acabou ficando desocupada."
"Esse lugar pode ser emprestado para meus amigos?"
Saulo nem pensou duas vezes antes de concordar.
"Claro que pode!"
O que a irmã pedisse, ele daria.
Jennie feliz, ele também estaria.
Ele até estava preocupado sobre como deixar Jennie contente.
Um parque abandonado? Isso não era nada.
"Me dá dois dias e eu te passo o parque. Você negocia o aluguel com seus amigos, e o aluguel fica como dinheiro de bolso para você."
Jennie ficou radiante.
Ela mesma poderia alugar um espaço, mas alugar de repente um lugar tão grande para "escritório" chamaria a atenção.
Até que a transferência do Véus da Morte fosse concluída, era melhor manter discrição.
Mas se usasse um espaço da própria Família Jardim, ninguém notaria, já que a dona era ela mesma.
A identidade da Srta. Jennie ainda era bastante útil.
Ela agradeceu: "Obrigada, Saulo."
"Que é isso? Família não agradece! Você deve estar cansada de visitar a Família Martins. Preparei um banho para você, ainda está quente. Vai relaxar um pouco."
"Tá bom."
"Vai logo! Depois do banho, descansa um pouco. Quando for hora do jantar, te chamo para comer."
"Certo."
Ela assentiu e subiu as escadas, voltando para o seu quarto.
Esse quarto cor-de-rosa de princesa estava desocupado desde que ela se perdeu da família.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Aurora Dourada: Fênix
Continua estou gostando da história....