"Então mate o Ivan também! Afinal, ele não presta."
Bryan lançou um olhar profundo.
"Se você não mudar esse seu jeito, pode dar o fora para a África."
Paulo estremeceu e não ousou mais falar besteiras.
Porque Bryan realmente fazia o que dizia.
Foi Felipe quem perguntou: "Bryan, o que faremos com ela?"
Bryan lançou-lhe um olhar, e Felipe imediatamente entendeu, dando alguns passos até Helena e enfiando um comprimido em sua boca.
"Hum... cof, cof, cof..."
Helena não queria engolir, mas Felipe, apesar de parecer educado, era um sujeito duro quando necessário.
Ele levantou o queixo dela, empurrando o comprimido goela abaixo.
"Cof, cof, cof... o que é isso..."
Bryan falou friamente: "Enquanto você ficar quieta, não será envenenada. Todo mês, venha pegar o antídoto comigo."
Felipe acrescentou ao lado: "É uma pílula mortal, sem o antídoto a tempo, você morrerá em agonia."
Helena tremeu intensamente, seus olhos cheios de terror.
Ela rapidamente agarrou a perna de Bryan.
"Eu errei... Sr. Silva, eu errei, não devia ter te envenenado! Por favor, me perdoe..."
Felipe sabia que Bryan não gostava de contato físico, então rapidamente a afastou.
Bryan, com nojo, puxou sua perna para longe.
"Arrume-se e desça comigo. Lembre-se, já dormi com você."
...
Mansão da Família Martins.
A Cidade Vida tinha muitas famílias de prestígio, mas poucas eram realmente poderosas como a Família Jardim outrora foi, e claro, a Família Martins.
Agora que a Família Jardim havia caído, muitos se viraram para a Família Martins.
Na entrada da Família Martins, carros iam e vinham, todos trazendo presentes para mostrar apoio.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Aurora Dourada: Fênix
Continua estou gostando da história....