A Sra. Berenice jogou Maria no chão e começou a espancá-la com socos e chutes.
Apanhando brutalmente, Maria começou a implorar por misericórdia:
— Pare de me bater, está doendo muito... por favor, pare!
Eduardo ordenou:
— Alguém, prendam-na imediatamente.
Alguns seguranças vestidos de preto entraram e levaram Maria sob custódia.
A Sra. Berenice chorava desesperadamente, abraçada ao corpo de Carlos:
— Carlos! Carlos! Você morreu de forma tão cruel... Que desgraça para a nossa família!
...
A família Araújo começou a organizar o velório de Carlos. Monique estava inquieta, tomada por uma constante apreensão. Ela temia que Maria revelasse alguma coisa. Afinal, Maria ainda estava nas mãos de Eduardo.
Monique foi procurar Eduardo. Ele estava no escritório, conversando com seu mordomo.
Monique rapidamente se escondeu fora da porta para escutar. Viu quando Eduardo perguntou ao mordomo:
— Maria já confessou alguma coisa?
O mordomo respondeu em voz baixa:
— Essa Maria é muito resistente. Ela se recusa a dizer qualquer coisa. Mas as impressões digitais na faca realmente são dela. A acusação de assassinato já está confirmada. — Em seguida, o mordomo olhou para Eduardo. — Sr. Eduardo, o senhor está querendo saber algo em específico?
Eduardo apertou os lábios com leveza:
— Eu nem sei exatamente o que quero saber... Só tenho a sensação de que Maria está escondendo algum segredo. E esse segredo tem a ver com Monique.
O mordomo se surpreendeu:
— Está relacionado à Srta. Monique?
Eduardo se levantou. Alto e esguio, colocou-se diante da janela:
— Você não acha que a Monique anda um pouco estranha? Não preciso dizer como ela foi envenenada. Foi ela mesma quem se envenenou. Se eu não estiver enganado, ela fez isso para incriminar a Emilly.
O mordomo olhou fixamente para Eduardo:
Agora, apenas Maria sabia de toda a verdade.
Parecia que Maria não podia continuar viva.
Monique virou-se e saiu.
Maria estava trancada em um quarto escuro. Seu corpo estava coberto de ferimentos, mas ela não havia revelado nada. Se dissesse, sua morte estaria selada. Mas, se permanecesse calada, ela ainda acreditava que havia uma chance de virar o jogo.
Foi então que a porta se abriu e alguém entrou.
Ao ouvir passos, Maria não levantou a cabeça. Encolhida em um canto, murmurou:
— Não perguntem mais nada, eu não vou dizer coisa nenhuma.
A pessoa não respondeu.
Maria ergueu o olhar, surpresa. E viu Monique.
Ela se encheu de esperança:
— Monique, você veio! Mamãe sabia que você viria, sabia que viria me salvar! Monique, eu sou sua mãe de verdade, você não vai me abandonar, não é?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Após o Escândalo: O CEO no Consultório do Urologista
São quantos capítulos?...
Por favor, comprei o livro no mercado pago e o capítulo vai até 1176, gostaria que liberassem os próximos capítulos. E-mail [email protected]...