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Após o Escândalo: O CEO no Consultório do Urologista romance Capítulo 561

Emilly assentiu.

— Sim, posso tirar o veneno de Monique.

Eduardo disse:

— Isso é ótimo.

— Mas... — Emilly olhou para Eduardo. — Preciso de algo para neutralizar o veneno.

— Do que precisa? Vou providenciar imediatamente.

Emilly curvou levemente os lábios.

— Preciso do sangue de um parente consanguíneo de Monique para preparar o antídoto.

"Sangue de um parente consanguíneo?"

O rosto de Maria, que estava ao lado, mudou na hora.

Eduardo disse:

— Eu sou o pai de Monique, ela é minha filha biológica. Pode usar o meu sangue!

— Não! — Naquele momento, Maria gritou. — Você não pode usar o sangue do presidente Eduardo!

Emilly voltou o olhar para Maria, observando a expressão aflita dela.

— Por que não? Você não quer salvar Monique?

Agora, com Emilly e Eduardo olhando para ela, Maria percebeu que tinha se exaltado.

Ela não podia permitir que o sangue de Eduardo fosse usado, porque, se isso acontecesse, a verdadeira origem de Monique seria revelada.

Maria disse:

— Presidente Eduardo, sua saúde é valiosa demais para correr esse risco. Emilly, desconfio das suas habilidades médicas. Por que precisa do sangue do presidente Eduardo? Suspeito que queira prejudicar tanto ele quanto Monique.

Emilly ficou sem palavras.

— Esse é o único jeito que eu tenho de salvar Monique. Já que desconfiam de mim, eu vou embora agora.

Eduardo a impediu:

— Emilly, eu confio em você. Pode usar o meu sangue.

— Não! Presidente Eduardo, não pode ser o seu sangue! Emilly, use o meu!

Emilly olhou para Maria.

— De que adiantaria usar o seu sangue, se Monique não é sua filha biológica? Eu preciso do sangue de um parente de verdade.

O olhar de Maria vacilou e ela não ousou dizer mais nada.

Eduardo falou:

— Emilly, use o meu sangue.

Emilly assentiu.

Ele pensou que Eduardo fosse feri-la, mas, para sua surpresa, o homem a estava abraçando. Isso o deixou chocado.

Dando passos largos, Mateus avançou.

— O que vocês estão fazendo?

Ele estendeu a mão de dedos longos e firmes, agarrando o braço esguio de Emilly, tentando puxá-la para si.

Mas Eduardo segurou o outro braço dela, impedindo.

Agora, os dois homens a seguravam ao mesmo tempo.

Mateus ergueu os olhos para Eduardo.

— Tio Eduardo, solte-a, por favor!

Eduardo sorriu com ironia.

— Mateus, e se eu não soltar?

Uma onda de raiva subiu direto à cabeça de Mateus.

— Tio Eduardo, o que está querendo? Emilly tem a mesma idade da sua filha Monique!

Eduardo achou ainda mais engraçado.

— Eu sei que Emilly tem a mesma idade de Monique. E daí?

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