Ele disse que ela era a sombra de Emilly.
Na verdade, Monique já sabia disso há muito tempo, mas recusava-se a acreditar.
— Eu sou a verdadeira filha do destino. Emilly não passa de uma caipira vulgar! Que direito ela tem de se comparar a mim?
O olhar de Mateus ficou gélido.
— Quem lhe deu o direito de insultar a Emilly?
Um segurança vestido de preto avançou e deu um tapa forte no rosto de Monique.
A cabeça dela virou completamente para o lado com o impacto.
Mas os tapas não pararam por aí. O segurança continuou, desferindo um após o outro com força, estalando contra o rosto de Monique.
Logo, suas bochechas estavam completamente inchadas, e sangue escorria do canto de sua boca.
— Para! Está doendo demais! — Implorou Monique, incapaz de suportar mais.
Mateus levantou levemente a mão, e o segurança recuou imediatamente.
As pernas de Monique cederam, e ela caiu no chão, sem forças.
Durante todos esses anos, Monique foi criada com mimo e nunca havia levado um tapa na vida. Agora, seus ouvidos zumbiam, e seus dentes estavam soltos na boca.
O olhar de Mateus era frio como gelo.
— A partir de agora, não quero ouvir mais nenhuma palavra sua ofendendo a Emilly. Isso foi apenas um aviso leve.
Monique olhou para Mateus. Ele estava sentado com indiferença em uma cadeira, vestindo um terno preto impecável. Sua postura revelava a frieza cruel de um homem no poder.
Agora, ele a encarava com um olhar tão sombrio e gélido que um calafrio percorreu até os ossos dela, fazendo-a tremer de medo.
Monique rastejou até os pés de Mateus e agarrou sua perna.
— Mateus, por favor, não me trate assim! Eu não quero te perder... Você sabe o quanto eu tenho medo de te perder?
Mateus soltou uma risada fria.
— Mateus, não vai embora! Por favor, me dá o remédio! Me dá o remédio!
Mateus não se virou. Apenas respondeu com a voz fria:
— Desde o momento em que você se passou por Emilly e se envolveu comigo, deveria ter imaginado quais seriam as consequências. Deixar você morrer aos poucos de dor já é a maior misericórdia que posso oferecer. Você não faz ideia do que eu e a Emilly perdemos todos esses anos.
As lágrimas escorriam dos olhos de Monique. Ela sentia que já estava no inferno, e Mateus era o próprio demônio que decidia se ela vivia ou morria.
— Mateus, por favor, me perdoa! Eu não vou fazer mais isso! A culpa é toda minha, me desculpa!
Mateus respondeu:
— Se pedir desculpas resolvesse tudo, para que serviria a polícia? Monique, agora você está apenas colhendo o que plantou.
— Não! Meu pai e minha mãe vão me salvar! Eles com certeza vão me tirar daqui!
Mateus soltou um sorriso frio.
— Não tenha pressa. Eu vou levar toda a família Araújo com você para o túmulo. Nenhum de vocês vai escapar.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Após o Escândalo: O CEO no Consultório do Urologista
São quantos capítulos?...
Por favor, comprei o livro no mercado pago e o capítulo vai até 1176, gostaria que liberassem os próximos capítulos. E-mail [email protected]...