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Após o Escândalo: O CEO no Consultório do Urologista romance Capítulo 480

Mateus franziu as sobrancelhas elegantes.

Monique olhou para Emilly com um ar de orgulho e satisfação.

— Emilly, está doendo tanto assim? Então peça, vai. Se você me pedir, talvez eu mande o Mateus te levar ao hospital!

Emilly suportava a dor e olhou diretamente para Monique.

— Quem vai acabar pedindo a quem... isso a gente vai ver! — Disse ela antes de sair.

...

Emilly voltou para o apartamento e pegou o celular para ligar para o Leônidas veterano.

— Alô, Leônidas? O Nilo foi levado pelo Mateus. Manda alguém tirar ele de lá o quanto antes.

Leônidas deu uma risada ao ouvir isso.

— Mas essa é boa... alguém teve coragem de levar o seu Nilo? Emilly, você e o Mateus romperam de vez?

Emilly ainda sentia uma dor leve no baixo ventre, e o rostinho pálido, do tamanho da palma da mão, deixava isso claro.

— Leônidas, não mencione mais esse nome na minha frente. Para mim, ele nunca existiu. Fui eu que me enganei!

Leônidas respondeu:

— Emilly, não se preocupe. Deixe o Nilo comigo. Mas sua voz está estranha... você está sentindo alguma coisa?

As palavras dele trouxeram um pouco de alívio a Emilly. Se algo acontecesse com Nilo por causa dela, jamais se perdoaria.

— Estou bem, Leônidas. Só preciso descansar um pouco.

— Tudo bem. Descanse então.

Depois de desligarem, a dor no ventre de Emilly não passava. A raiva que sentiu de Mateus tinha afetado sua gestação.

Ela precisava preparar um remédio para proteger o bebê, mas estava faltando dois ingredientes em casa.

Emilly ligou imediatamente para sua assistente.

— Preciso que você me traga duas ervas com urgência.

Monique não era da área médica, então não fazia ideia da função desses ingredientes.

Mas o fato de Emilly precisar deles a deixou intrigada.

Logo o elevador chegou. A assistente de Emilly saiu, mas Monique ficou e desceu.

Ela mudou de ideia. Não iria mais encontrar Emilly. Antes, precisava descobrir para que serviam essas ervas.

Se fosse algo comprometedor, ela teria Emilly nas mãos.

Monique pegou o celular e encontrou o número de um médico, o clínico particular da família Araújo.

Ela discou o número e esperou.

— Alô, Dr. Zenon? Tenho uma dúvida e gostaria de perguntar.

— Srta. Monique, fique à vontade. Diga.

— Gostaria de saber para que servem a camomila e a melissa?

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