A estrada pavimentada com seixos brancos estendia-se até uma pequena construção cilíndrica.
As paredes eram de um tom acinzentado, o telhado vermelho, e todo o edifício possuía apenas uma janela e uma porta. À primeira vista, parecia um enorme cogumelo, com um toque lúdico de conto de fadas.
Eles caminharam pela trilha de pedras até a porta.
Antes de entrar, Nélio baixou o olhar para checar as horas.
O grupo entrou.
"Pum——"
Assim que entraram e avançaram alguns passos, a porta se fechou como se tivesse sido empurrada por uma força invisível.
Heloísa, assustada, agarrou o braço de Nélio.
Vance, aproveitando a situação, também se "assustou" e abraçou o outro braço de Nélio, mas quem realmente se superou foi Luan, que vinha logo atrás de Nélio e... abraçou-lhe a cintura!
Com três pessoas penduradas em si, Chefe Nélio ficou em silêncio: "……"
Heloísa olhou de soslaio para trás, os olhos arregalando-se ainda mais... Zé, você também resolveu ser corajoso agora!
Vance lamentou profundamente: Se eu soubesse, teria ido por último!
Luan, já recuperado e pálido como um morto: Quem mandou eu abraçá-lo! Eu realmente me assustei!
Nélio retirou o braço que Vance segurava.
Voltou-se para trás.
Um olhar gélido, sombrio como o de um ceifador, recaiu sobre Luan.
O coração de Luan disparou, "Diretor, a porta..."
"É, ainda bem que você percebeu que a porta se fechou. Eu sou surdo e cego, se não fosse você, nem teria notado. Ter você comigo é realmente uma bênção."
Destilando veneno, Nélio já estava erguendo a mão para bater nele, mas Heloísa interveio: "Luan não fez por mal! Foi só um abraço! Se for o caso... você pode abraçá-lo de volta!"
Os olhos de Nélio tremeram: ?
Luan: ... Melhor levar uns tapas mesmo!
Vance resmungou alto.
Heloísa arqueou as sobrancelhas: "Resmunga o quê? Bicha fofoqueira, só quer ver o circo pegar fogo!"
Vance: "Sua idiota, o que você disse——!"
Parecia que uma discussão estava prestes a começar, e Diogo e sua acompanhante ficaram perplexos.
Ela desceu cantarolando e procurando o banheiro.
Uma sombra silenciosa e sorrateira seguiu-a.
Heloísa lançou um olhar de soslaio, sem parar de cantar, deu uma volta e parou na quarta porta à direita. No instante em que entrou, a sombra atrás dela entrou junto, segurando um fino fio de aço...
No momento em que o grito soou, a luz se apagou.
Tudo ficou às escuras.
Não apenas na casa de cogumelo, mas também na vasta mata ao redor e no casarão antigo, todas as luzes se apagaram.
A lua escondeu-se atrás das nuvens.
O mundo mergulhou numa escuridão tão densa que não se via um palmo diante do rosto.
......
No casarão antigo.
Belinda abriu os olhos de repente, enquanto ouvia música clássica de olhos fechados.
Do lado de fora, Mordono batia à porta. Ela se levantou e foi até a janela, com o rosto frio e o olhar de serpente estreitando-se enquanto fitava a floresta, agora imersa em trevas, ao longe.

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