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Amor Que Aconteceu Por Acaso romance Capítulo 248

Thalita de repente riu, "Por que temer ele? Ele não vai te devorar."

Karine abaixou a cabeça, seu chapéu cobrindo o rosto, e apenas sua voz pôde ser ouvida, "Eu... eu não sei, só sinto essa ansiedade sem motivo... é como se... ele fosse diferente de nós."

Thalita a observou com um olhar sério por um momento antes de responder prontamente, "Tudo bem, irmã, eu vou despachá-lo."

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De volta à casa.

Thalita usou a desculpa de que elas iam dar uma volta pela vizinhança para sentir o clima do campo, insinuando que Nélio poderia voltar para a casa do amigo.

Nélio olhou para o relógio, "Já está na hora de eu ir."

Ao se levantar, ele se inclinou para Heloísa, com os lábios quase tocando seu ouvido, e sussurrou algumas palavras.

Heloísa ficou com as orelhas vermelhas de tanto cócegas.

Nélio sorriu e deu um leve tapinha em sua cabeça, com um tom carinhoso, "Pronto, estou indo. Não se divirta demais."

E assim, ele saiu.

Depois que ele se foi, Thalita revelou os três lugares suspeitos que Karine havia descoberto.

Eles saíram imediatamente.

A caminho, Karine se aproximou de Heloísa e, curiosa, perguntou, "Irmã, o que o Senhor Marques te disse?"

"Você também quer ouvir nossas conversas secretas?"

Heloísa respondeu com um olhar sedutor, um sorriso ligeiramente malicioso em seus olhos.

Karine imediatamente entendeu, "Ah, ele estava te cortejando... desculpe, eu não devia ter perguntado."

Heloísa sorriu e disse que não tinha problema.

O grupo visitou dois lugares, que à primeira vista pareciam promissores, mas sempre havia algo que não se encaixava completamente.

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Já eram seis da tarde.

Eles se dirigiram ao terceiro lugar, que era um pouco mais distante do que os outros dois.

Depois de um tempo na estrada, o tempo mudou.

O vento ficou forte, as libélulas voavam baixo, e nuvens escuras se aproximaram rapidamente, trazendo uma tempestade torrencial.

Lá fora, tudo estava branco de chuva.

A visibilidade estava extremamente baixa.

Heloísa instruiu Helder a parar o carro em um caminho lateral.

Na chuva, um Porsche Cayenne vermelho chamativo também diminuiu a velocidade ao longe.

Felipe não entendia completamente, mas não fez perguntas.

Vrrr—

O celular de Heloísa vibrou em sua mão.

Ela não olhou imediatamente, esperou alguns minutos antes de pegar e abrir a mensagem.

Pérola havia enviado: "A família da mãe de Senhora Silva tem uma antiga casa de campo em Cidade L. Embora estivesse abandonada, alguns anos atrás, Senhora Silva teve a ideia de renová-la e comprou uma grande área ao redor para transformá-la em um pomar."

Além desta informação, havia a localização do pomar.

Heloísa leu, mas não respondeu.

Ela desligou o celular, olhando para o céu que escurecia cedo demais.

Na rodovia.

Um Rolls-Royce Ghost preto avançava pela estrada.

Pérola e Jandir Rodrigues estavam sentados no banco de trás.

"Por que estamos indo para Cidade L?"

"Não pergunte agora, você saberá na hora certa. Depois de hoje à noite, talvez nossa Família Rodrigues possa voltar aos trilhos normais."

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