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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 2

"Giovana"

Ele me olhou por um segundo que pareceu durar uma eternidade, antes de me puxar de forma impetuosa contra ele. O Anderson que estava ali agora não era o que pedia licença, era o homem que ia tomar posse de cada centímetro do que ele considerava dele.

- Eu imaginei exatamente isso aqui... você aberta pra mim, em cima dessa mesa, enquanto eu te fodo até você esquecer como se soletra o próprio nome. - A sua voz tinha um tom perigosamente baixo e rouco.

Antes que eu pudesse responder, ele me puxou pela nuca, forçando meu rosto contra o dele, os olhos escuros de desejo.

- Abre mais essas pernas pra mim. - Ele não pediu, ele ordenou, e isso me deixou ainda mais molhada e ansiosa.

A minha respiração falhou. Ele se abaixou, abocanhando um dos meus mamilos com uma voracidade que me fez arquear as costas, enquanto a mão dele desceu com urgência, puxando a minha calcinha para o lado. Os dedos dele me encontraram encharcada e ele soltou um rosnado de aprovação ao sentir o quanto eu o desejava. E algo dentro de mim mudou junto com ele, revelando um desejo mais bruto, sem lapidações ou delicadeza.

- Olha o que você faz com o meu pau só de sentar no meu colo. - Ele puxou a minha mão e colocou sobre o pau dele. Depois ele me provocou, afundando dois dedos em mim com força, ritmados, enquanto a outra mão apertava minha nuca, me forçando a olhar para ele. - Olha como você está... você está tão molhada que eu sinto seu cheiro daqui, porra. Você queria isso, não queria? Queria que eu te pegasse de jeito nessa mesa?

- Eu quero... Anderson, por favor... me fode! - Eu arfava, sentindo os dedos dele me provocando com uma pressão deliciosa.

Ele soltou um riso curto, carregado de malícia, enquanto abria o cinto com uma mão só.

- Você me deixa louco com essa carinha de santa e esse seu jeitinho de safada. Eu vou te foder tanto que você não vai conseguir andar direito no trabalho hoje, entendeu? - Eu fiz que sim e ele sorriu. - Se prepara, gostosa!

Ele não esperou. Libertou o pau da calça, latejando e pronto, e num impulso só, me ergueu um pouco e, sem aviso, desceu com tudo, com uma estocada profunda que fez a mesa de madeira ranger. O impacto me fez perder o fôlego. O preenchimento era absoluto.

- Anderson... - Eu gemi, sentindo o meu sexo apertar, um desejo crescente no meu ventre, as unhas cravadas nos ombros largos dele.

- Isso, gostosa! Aperta assim... caralho, Gi, você é muito apertada! - Ele rosnou, começando a estocar com uma força controlada que fazia a mesa ranger contra o piso de madeira. Era intenso e poderoso, era a melhor das perdições.

- AAAHH! Anderson... - Meu gemido saiu alto, quase desesperado por mais de tudo aquilo.

- Isso! Grita, Ferinha. Quero ouvir você gemendo o meu nome enquanto eu te fodo gostoso. Enquanto o meu pau está enterrado nessa buceta deliciosa, toda molhada e apertada. Diz pra mim de que você é minha, diz!

- Isso, goza pra mim, gostosa! Goza enquanto eu te fodo com força! Deixa eu sentir você me apertando... caralho, você é muito gostosa! - O Anderson repetia como se estivesse vivendo a melhor experiência da vida dele.

O ápice dele veio como uma explosão intensa, e ele não recuou, ele me empurrou contra a mesa uma última vez, descarregando tudo em mim enquanto soltava um rosnado animal contra o meu pescoço, totalmente ofegante e suado.

Ele me puxou para a cadeira com ele, me mantendo presa em seu colo, com o rosto enterrado no meu pescoço. Eu sentia o seu peito subir e descer, a respiração ainda descompassada.

- Anderson? - Eu chamei depois de um tempo.

- Hum? - Ele gemeu, ainda tentando controlar a respiração.

- Eu quero que você me pegue desse jeito sempre. - Eu confessei e abaixei ainda mais a voz. - Eu quero ser fodida até esquecer como soletrar o meu nome sempre.

- Porra, Giovana! - Ele riu e ergueu a cabeça para olhar para mim. - Você é perfeita! Te amo, minha safada gostosa! - Ele me beijou, aquele beijo apaixonado que me prometia o mundo inteiro de felicidade.

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