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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 2

"Giovana"

Eu me sentia congelada. Sentada no sofá, segurando um copo que às vezes eu lembrava de levar a boca e olhando para a porta como se pudesse fazer o Anderson se materializar ali com a força do meu pensamento.

Eu não tinha apagado as velas e não tinha mexido na mesa que havia preparado para o jantar, eu apenas me sentei ali e virei duas doses de whisky, me servindo da terceira que ainda estava pela metade no copo, porque encarar a porta havia se tornado o meu objetivo de vida.

O celular brilhou sobre a mesinha de centro com alguma notificação, mas eu nem consegui estender o braço para ver, porque a hora que apareceu marcada na tela em números grandes me deixou ainda mais assutada, passavam de duas da manhã e o meu gracinha ainda não havia chegado.

Eu fiquei olhando para o celular. Me lembrei que o Bonfim ia me avisar quando tivesse notícia do Anderson. Eu deveria olhar a mensagem que chegou. Mas eu também me lembrei do que a Manuela disse: "notícia nenhuma é boa notícia". Eu estava paralisada. Eu queria olhar, mas tinha medo da notícia que esperava por mim.

Eu ainda olhava para o celular como se duelasse com ele. Nem sei por quanto tempo o encarei daquele jeito. E eu só desviei os olhos quando outro ruído cortou o silêncio do apartamento. O barulho do tilintar de chaves e o estalo da porta sendo aberta me fez voltar ao meu objetivo da noite.

Meu coração disparou, eu sentia como se ele fosse sair do meu peito a galope. A porta foi aberta e o Anderson a atravessou, como se passasse por um portal mágico. Eu levei cinco segundos para me dar conta de que não estava alucinando. Foi o tempo que ele teve para bater a porta atrás de si e jogar a mochila no chão.

Ele parecia exausto. A camisa preta estava desalinhada como os cabelos. Mas quando os nossos olhos se cruzaram, a rigidez na postura dele desmoronou em um milésimo de segundo. Eu dei um salto do sofá, deixando o copo de uísque na mesinha de centro com um baque sonoro e corri para os seus braços. Ele está de volta, inteiro, vivo!

Eu não disse nada. Não consegui dar bronca, não consegui reclamar por ele não ter me mandado nem uma mensagem. Eu só corri e me joguei contra o peito dele. Ele passou os braços pela minha cintura, me tirando do chão. Eu enrolei as minhas pernas no seu quadril e enterrei meu rosto no pescoço dele, respirando fundo o cheiro dele. O abraço dele era forte, apertado, o tipo de abraço de quem precisa se ancorar na realidade depois de um dia caótico.

Mas o abraço apertado que ele me deu e o calor do seu corpo não eram suficientes, nem para mim e nem para ele. A boca dele encontrou a minha em um beijo desesperado e faminto. A língua dele buscou a minha, frenética, quente, úmida. Nós nos beijamos como se pudéssemos nos devorar, enquanto ele me levou até o sofá.

- A única coisa na qual eu conseguia pensar era que eu precisava voltar pra você. - Ele falou com os lábios contra os meus quando as minhas costas atingiram o assento do sofá.

- Anderson... - Eu murmurei, sem saber exatamente o que dizer.

- Eu preciso de você, amor. Eu quero você. Eu te amo, Ferinha! Eu vivo por você.

Ele se ergueu, tirou a camisa e a arremessou pela sala. Seus dedos tocaram o alto da camisa branca que eu usava, deslizando até o primeiro botão que estava fechado. Seus olhos pareciam chamas, derretendo todo o gelo dentro de mim. Ele sorriu, voltou a me beijar e tão rápido que eu quase não registrei, ele segurou a camisa com as duas mãos e puxou, fazendo os botões voarem, abrindo as duas partes e expondo o meu corpo.

- Linda e gostosa. - Ele murmurou, sua boca deixando beijos pela linha do meu maxilar e descendo pelo meu pescoço. - Com a minha camisa. - As mãos dele se fecharam em conchas nos meus seios, seus dedos brincando com os meus mamilos. - A melhor recepção que eu poderia ter.

Minhas mãos deslizaram pelo seu peito, as unhas arranhando levemente as suas costas. Cada beijo dele me enchia de calor e dissipava um pouco a ansiedade de antes.

- Anderson... - Eu não conseguia colocar nada mais em palavras, apenas o nome dele saía da minha boca como uma súplica.

- Eu também preciso, Ferinha. - Ele respondeu, colocando um dos meus seios na boca e sugando até me ouvir gemer alto, sentindo a sensação deliciosa de prazer que a boca dele me provocava.

Enquanto ele dava atenção aos meus seios, passando de um para o outro, eu me perdi nas sensações que ele me provocava, mal senti quando ele empurrou a minha calcinha para o lado, mas senti exatamente quando ele segurou firme a minha cintura e o seu membro roçou na minha entrada, enviando correntes elétricas por todo o meu corpo.

CASAL 2 - Capítulo 132: "Macallan 18 anos" 1

CASAL 2 - Capítulo 132: "Macallan 18 anos" 2

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