Whitney balançou a cabeça, confusa. Eu costumava comer enguia com frequência, não tem como eu ser alérgica.
— Você não está grávida, está? — a colega perguntou, meio em tom de brincadeira, meio séria.
— Grávida? — Whitney ficou paralisada, lembrando-se imediatamente do que aconteceu com Douglas.
Então, entrou em pânico. Acho que Douglas não usou proteção naquela vez, e já faz um tempo que não fico menstruada. Não me diga que eu realmente estou grávida.
Depois do trabalho, Whitney comprou um teste de gravidez. Entrou no banheiro, ansiosa, seguiu as instruções e ficou aguardando o resultado.
As instruções diziam que o resultado sairia em poucos minutos.
— Por favor, que não seja o que estou pensando — murmurou Whitney, a ansiedade crescendo tanto que suas pernas ficaram fracas. Encostou-se à parede, esperando em silêncio.
Três minutos depois, viu duas linhas vermelhas. Duas linhas! Isso quer dizer que estou grávida! Eu estou mesmo grávida!
Whitney apertou o teste de gravidez com força na mão, o olhar perdido. O frio que lhe descia pela coluna não chegava perto da sensação de desamparo que tomava seu coração. Eu não posso manter esta criança. Não posso dar à luz um filho que não será reconhecido, mas... eu não consigo ser cruel a ponto de tirar a vida deste bebê.
Naquele instante, o desespero a dominou, arrancando-lhe lágrimas. Ela não sabia o que fazer.
No dia seguinte, Whitney chegou sozinha ao hospital. Passara a noite anterior em profunda reflexão, mas ainda não tinha certeza se devia ou não manter a gestação. Ela até pensou em ligar para Douglas, porém o medo de que ele a obrigasse a abortar a fez desistir. Assim, decidiu ir ao hospital naquele dia para ouvir a orientação do médico.
Depois de pegar sua senha, esperou a vez. Em pouco tempo, uma jovem de pouco mais de vinte anos saiu da sala de consulta, acompanhada por uma mulher de meia-idade que parecia ser sua mãe.
— Eu sabia que ele era um homem ruim! Eu te aconselhei a largar esse sujeito no passado, mas você não quis ouvir. Olha onde você veio parar! — resmungou a mulher de meia-idade, apertando a bolsa contra o corpo.
A jovem baixou a cabeça e enxugou as lágrimas do rosto. Segurava o laudo com força, o corpo tremendo de tanto chorar.
— Eu realmente não imaginei que ele seria tão irresponsável. O que eu faço, mãe? — disse a jovem, sentando-se num banco próximo e desabando em soluços.


Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ambição e obsessão
Porque estão cobrando?absurdo...
Libera o restante dos capítulos...
Que isso desse autor li vários livros pelo esse link, nunca cobrou nada agora está querendo cobrar...
Quando terá novos capítulos por favor É ótimo esse livro...
Cadê os novos episódios???...
Bom dia. Que pena que parou de atualizar. A história é tão boa. Estou ansiosa para vê o desenrolar da historia...
Bom dia. E os novos capítulos? Não vai atualizar? Ansiosa aqui...
Boa noite. Quando sairá novos capítulos?...
Oi. Aguardando novos capítulos não demorem....
Boa noite. Quanto sairá no os capítulos? Estou aguardando ansiosa. Parou no 690 e o resto?...