Ela estava de costas para ele, os lábios rubros fortemente comprimidos, claramente aborrecida.
Ela havia chorado e implorado para ele parar, mas ele insistiu, o que era realmente um exagero.
Wilson sabia que tinha perdido um pouco o controle, mas eles não se viam desde antes do casamento e ele estava morrendo de saudades.
Depois que suas necessidades físicas foram satisfeitas, o homem estava mais paciente. Ele a abraçou por trás e a acalmou com voz suave. Depois, a carregou para o banheiro para um banho.
Cecília tomou banho, adormeceu profundamente e, quando acordou, já era fim de tarde.
Wilson não estava presente, e o quarto estava tão silencioso que até a respiração parecia mais audível.
Cecília esfregou os olhos ao se sentar na cama, sentindo as pernas fracas e os ossos doloridos. Em sua mente, não resistiu a reclamar de Wilson novamente.
"Acordou?" Wilson entrou no quarto, caminhando com suas longas pernas até a beira da cama, e naturalmente afagou os cabelos dela, tão macios quanto algas.
"Sim. Que horas são?" Cecília encostou-se suavemente nele.
"Quase cinco horas. Aqui na casa do patriarca, o jantar é servido às sete," Wilson respondeu.
"Ah." Cecília assentiu, enrolando-se no lençol enquanto se arrastava devagar em direção ao closet.
Wilson a pegou por trás e a levantou nos braços, caminhando a passos largos até o closet.
"Para que se enrolar tanto? Não há parte de você que eu já não tenha visto," Wilson comentou com os lábios tocando o pescoço dela, dando um beijo suave em sua pele sensível.
Cecília não conseguiu evitar o rubor nas bochechas, empurrou-o levemente e virou-se para o cabide, escolhendo o que vestir.
Passar a lua de mel na casa ancestral era uma tradição, mas eles não ficariam mais do que alguns dias. No entanto, o closet estava abarrotado de roupas de grife, bolsas e joias caras.
"Tenho alguns documentos para revisar. Se você se sentir entediada sozinha, pode dar uma volta no jardim," Wilson disse com a mão no ombro de Cecília, aconselhando-a gentilmente.
Cecília assentiu, saindo sozinha da mansão para dar uma volta no jardim.
Ela já havia visitado a Família Ribas algumas vezes, mas não estava muito familiarizada com o lugar.
Cecília não entrou no primeiro pátio, mas caminhou pelo segundo jardim.
Mesmo o segundo jardim era absolutamente encantador. Pavilhões, montanhas artificiais e lagoas, como um cenário bucólico.
Cecília estava sentada em um quiosque alimentando peixes, carpas laranja que, embora não fossem muito raras, eram vigorosas e traziam bons presságios.
Ela jogou um punhado de ração na água, observando os peixes disputarem a comida, sem perceber que alguém havia se aproximado silenciosamente por trás e retirado de propósito o grampo de seu cabelo.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Afeição tardia é pior que grama
Atualizaaaa...
Atualizaaa...
KD as atualizações???...
Atualiza por favor 😕...
Ótima história mais cadê as atualizações????...
Parou de atualizar????...
Não terá mais atualização???...