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A Vida Ficou Incrível Após o Divórcio romance Capítulo 939

Maria ficou com os olhos vermelhos e gritou, dilacerada pela dor: “Verônica, não faça isso! Deixe que eles venham, deixe que tudo recaia sobre mim! Eu não preciso que você se sacrifique por mim!”

Fausto franziu a testa. “Está muito barulhenta.”

O segurança ao lado entendeu a ordem e deu um tapa em Maria.

Maria caiu ao chão com o golpe, mas ainda assim não desistiu.

Naquele momento, o ódio em seu peito superou qualquer medo.

Ela fixou Fausto com um olhar cheio de rancor, lançando-lhe as palavras mais venenosas que já conhecera.

No entanto, para Fausto, aquelas palavras não causaram nenhuma reação; ele sequer lhe dirigiu um olhar.

Para ele, ela era como uma formiga, nem mesmo digna de sua ira.

Nesse instante, ouviu-se um estalo seco.

“Creck.”

De repente, parecia que o mundo inteiro havia silenciado.

Maria parou de gritar, olhando para Verônica atônita, e até mesmo Myron não pôde evitar de lançar-lhe um olhar surpreso, agora encarando Verônica com um novo brilho nos olhos.

Aquela mulher era realmente implacável, e ousara agir de verdade.

Com uma determinação dessas, certamente se tornaria uma ameaça para Dinora no futuro.

Fausto realmente possuía visão de futuro.

Verônica ficou pálida de dor, o suor frio escorrendo por seu rosto, e de sua garganta saíram gemidos involuntários de sofrimento.

O martelo caiu de sua mão, cedendo ao impacto da dor.

A vista de Verônica escureceu, e ela quase desmaiou.

No entanto, a voz de Fausto, distante como se viesse das profundezas do inferno, soou lentamente.

“Sra. Aragão, está esperando o quê? Prossiga para o próximo dedo.”

A dor lancinante fazia com que o cérebro de Verônica latejasse; ela sequer conseguia pegar novamente o martelo.

Fausto, ao notar a situação, não demonstrou a menor compaixão. Pelo contrário, sorriu friamente e disse: “Parece que a Sra. Aragão não aguenta mais. Então deixe-a descansar um pouco.”

Ele fez um gesto para um dos homens presentes. “Vá.”

Fausto a fitou com os olhos semicerrados.

Ela não tentou negociar, mas agiu diretamente para deter a situação.

Aquela decisão rápida e a crueldade consigo mesma eram admiráveis até mesmo para um homem.

Se não fossem inimigos, talvez ele a admirasse.

Fausto, querendo que Verônica continuasse a se ferir, fez um gesto para que o homem se afastasse.

Talvez pela dor extrema, os movimentos de Verônica, a partir daí, tornaram-se firmes e decididos, sem hesitação.

Maria chorava copiosamente, as lágrimas caindo como se fossem infinitas.

Ela apertava os punhos com tanta força, temendo pela primeira vez experimentar um ódio capaz de matar.

Fausto e Myron assistiam inexpressivos, sem demonstrar qualquer emoção.

Após quebrar cinco dedos, Verônica jogou o martelo fora e, com voz fraca, disse: “Minha mão ficou inutilizada. A partir de agora, creio que não conseguirei continuar sozinha. Quem sabe… o Sr. Barreiros queira designar alguém para terminar o serviço?”

Myron olhou para Verônica, e em seu coração, zombou.

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