A empresa com a qual Verônica havia assinado contrato desta vez pertencia a uma família estrangeira.
No entanto, o CEO deles surpreendentemente tinha feições tipicamente brasileiras e era um homem bastante jovem.
Ele parecia ter menos de trinta anos, com o cabelo curto e bem cortado, usava um par de brincos de diamante e, em seu rosto bonito e imponente, havia um ar rebelde.
Verônica olhou para o homem à sua frente e perguntou: "Você é amigo de Gustavo?"
O homem respondeu: "Pode-se dizer que somos amigos, mas acho que a palavra 'parceiro' é muito mais adequada."
Parceiro?
Verônica repetiu essa palavra mentalmente.
Na visão de Verônica, "parceiro" tinha um peso muito maior do que "amigo".
Um parceiro certamente era alguém com quem se havia enfrentado a vida e a morte, a pessoa a quem se podia confiar as próprias costas nos momentos mais perigosos.
Verônica raramente ouvia Gustavo falar sobre seus amigos, mas era absolutamente impossível que ele não tivesse nenhum.
O homem olhou para Verônica e continuou: "Deixe-me apresentar. Meu nome é Helton Albuquerque, e atualmente sou o patriarca da família Villar."
Mais um patriarca de família.
Os amigos de Gustavo, como esperado, não eram pessoas comuns.
Verônica estendeu a mão e o cumprimentou: "Olá, Sr. Albuquerque."
Entretanto, Helton não demonstrou a menor intenção de apertar a mão dela.
Ele manteve uma expressão indiferente e declarou: "Desculpe-me, mas eu só me relaciono com pessoas do mesmo nível de poder e do mesmo círculo social.
Só assinei esse contrato com a senhora desta vez por consideração a Glória.
Glória sente que deve muito a Gustavo e não tem muito como retribuí-lo, então decidiu lhe oferecer esta compensação."
Ao ouvir aquilo, Verônica não demonstrou nenhuma expressão de constrangimento ou raiva.
Ela apenas sentiu que aquela cena era um tanto familiar.

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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Vida Ficou Incrível Após o Divórcio
O capítulo 538 não consigo desbloquear, pois quando tento consta erro. Como devo fazer?...