Maria obedeceu, pegou o celular e chamou a ambulância.
Verônica, preocupada que Gustavo perdesse o controle novamente, disse a Maria: “Maria, deixo as coisas aqui com você.”
Fausto havia levado um tiro e parecia ferido gravemente, perdendo a capacidade de lutar. Maria assentiu levemente.
“Tudo bem, Verônica, pode ir. Eu cuidarei de tudo aqui.”
Verônica tomou a iniciativa de segurar a mão de Gustavo e o levou para fora do restaurante.
Gustavo não recusou e deixou que Verônica o guiasse; ele estava quieto e dócil, parecendo uma pessoa completamente diferente daquela descontrolada e assassina de momentos atrás.
Embora tivesse levado um tiro, Fausto ainda não havia desmaiado.
Ele olhava fixamente para as costas de Verônica, e em seus olhos parecia haver um leve brilho, como se ansiasse por algo.
No entanto, até sair do restaurante, Verônica não olhou para trás nem mais uma vez.
A luz nos olhos de Fausto, como uma vela soprada, foi se apagando aos poucos.
Maria notou o olhar de Fausto.
Seria ilusão dela?
Por que ela sentia que o Fausto naquele momento parecia um cachorrinho abandonado?
Mas Fausto não era um cachorrinho fofo e inofensivo.
Se fosse um cão, ele seria um grande cão de guarda feroz.
Sim, e do tipo que menos merece compaixão.
...
O restaurante ficava perto do Grupo Porto, então Verônica teve que levar Gustavo primeiro para o seu escritório.
Durante todo o caminho, Gustavo permaneceu estranhamente silencioso.
A expressão do homem era indiferente, impossível de decifrar se estava feliz ou zangado.
Apenas a mão que segurava a dela apertava com força.
Ao fechar a porta do escritório, Verônica soltou a mão de Gustavo.
Ela estava prestes a servir água para ele quando Gustavo a abraçou repentinamente.

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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Vida Ficou Incrível Após o Divórcio
O capítulo 538 não consigo desbloquear, pois quando tento consta erro. Como devo fazer?...