Pessoas como eles têm a loucura gravada em seus ossos, e uma vez que enlouquecem, ferem a si mesmos e aos outros, causando inúmeras mortes e feridos”.
Por alguma razão, ao ouvir as críticas de Gerson à família Junqueira, Verônica sentiu um leve desconforto.
Ela sentia que Gustavo definitivamente não era esse tipo de pessoa.
Nesse momento, o telefone de Gerson tocou.
Gerson despediu-se de Verônica e foi para um canto tranquilo para atender a chamada.
Vendo Gerson se afastar, Gustavo e Felipe se aproximaram.
Ele perguntou: “Sobre o que você e Gerson estavam conversando tão animadamente?”.
Verônica disse: “Nada demais, apenas suspeitando que esta exposição de arte possa ter sido organizada por algum figurão da família Junqueira.
Gerson disse que, para exibir tantas obras autênticas de uma só vez, provavelmente só alguém da família Junqueira conseguiria”.
Ao ouvi-la dizer isso, Gustavo olhou para ela com um ar indecifrável.
“Se você quer saber sobre a família Junqueira, por que não me pergunta? Ele é um estranho, como poderia saber mais do que eu?”.
Verônica pensou que sua curiosidade sobre a família Junqueira era, na verdade, uma forma de entender indiretamente o ambiente em que Gustavo viveu.
Além disso, ouvir Gustavo falar sobre a família Junqueira parecia estranho.
A sensação era como se estivesse tocando em uma ferida alheia.
No momento em que Verônica estava prestes a dizer algo, o canto do seu olho de repente captou uma figura familiar, que não deveria estar ali.
Ela ficou um pouco atônita, pensando que tinha visto errado.
O olhar de Gustavo estava fixo em Verônica.
Vendo a expressão estranha de Verônica, ele percebeu algo agudamente.
“Verônica, o que foi?”.
Verônica disse, um pouco incerta: “Eu acho que... vi o Fausto”.
Ela não era muito próxima de Fausto, então era normal que se enganasse.

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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Vida Ficou Incrível Após o Divórcio
O capítulo 538 não consigo desbloquear, pois quando tento consta erro. Como devo fazer?...