Gustavo baixou os olhos, escondendo a escuridão em seu olhar.
“Certo”.
…
Dois dias depois, Gerson trouxe Felipe para encontrar Verônica e Gustavo.
Felipe, assim como Guilherme, idolatrava Gustavo e sempre que o via, chamava-o de Gu para tudo.
Verônica olhou para Gustavo, que ouvia pacientemente Felipe falar, e sentiu uma inexplicável sensação de predestinação.
Era difícil imaginar que Felipe e Gustavo tivessem algum parentesco.
No entanto, com tantas pessoas na família Junqueira, a relação deles provavelmente não era muito próxima.
Talvez fossem parentes distantes, com os quais não tinham quase nenhuma ligação.
Caso contrário, Gustavo nem sequer saberia da existência de Adriana.
“Verônica, você está me ouvindo?”.
A voz masculina, grave e magnética, soou ao seu lado.
Verônica virou a cabeça e viu Gerson olhando para ela com preocupação.
“Verônica, hoje você parece estar um pouco distraída, há algo te preocupando?”.
Verônica não pretendia contar a Gerson que Gustavo era da família Junqueira.
Não era difícil perceber a atitude da avó Tânia em relação à família Junqueira; ela não gostava nem um pouco deles.
Quanto a Fabrício, ela nem sequer queria pronunciar o nome dele.
E a irmã de Gerson, uma mulher tão extraordinária, foi sequestrada e aprisionada, morrendo de tristeza e deixando um filho de três anos.
Com o afeto que Gerson tinha pela irmã, era improvável que ele gostasse de alguém da família Junqueira.
Quanto a Gustavo, embora fosse da família Junqueira, como uma figura marginal, ele não deveria ser envolvido nisso.
Verônica disse casualmente: “Não, é que quando você falou sobre ir à exposição de arte, isso me fez lembrar de uma pessoa”.
Gerson ficou curioso: “Ah? De quem você se lembrou?”.
Verônica sorriu e disse: “Uma garota da época da universidade, que uma vez comprou uma obra minha.

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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Vida Ficou Incrível Após o Divórcio
O capítulo 538 não consigo desbloquear, pois quando tento consta erro. Como devo fazer?...