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A Única Exceção do Magnata romance Capítulo 16

Sabrina ergueu o rosto para admirar o edifício que parecia tocar as nuvens. A luz radiante do sol derramava halos coloridos à sua volta.

Empurrou a porta de vidro e entrou. A recepcionista estava ao telefone, então ela aguardou.

Quando a mulher desligou, Sabrina disse com um sorriso:

— Olá, sou Sabrina Silva. Tenho um horário marcado com a editora Clarice.

Com um sorriso profissional, a recepcionista a conduziu até a sala de visitas, serviu-lhe um copo de água e pediu:

— Senhorita Silva, por favor, aguarde um momento.

Pouco depois, uma mulher na faixa dos trinta anos abriu a porta. Tinha uma pele muito bem cuidada, o que impedia que se adivinhasse sua verdadeira idade. Vestia-se com elegância e transbordava classe.

— Senhorita Silva, me desculpe pela demora.

Sabrina levantou-se e estendeu a mão:

— Como vai, Dona Clarice?

Clarice apertou-lhe a mão e sentou-se à sua frente, com um sorriso refinado no rosto:

— Já que foi indicação do Leonardo, não precisava nem ter se dado o trabalho de vir a essa entrevista. Era só chegar e começar a trabalhar.

O tom dela era calmo e trazia até uma certa familiaridade.

Sabrina abriu um sorriso, mas sentiu a obrigação de alertar:

— Dona Clarice, não sei se o Leonardo chegou a mencionar, mas não tenho nenhuma experiência profissional.

Depois que se formara na Califórnia, passara o tempo todo pintando e desenhando ao ar livre. Jamais havia trabalhado antes.

Ela sabia que só conseguira a vaga nos bastidores da revista graças ao apadrinhamento de Leonardo Marinho.

Ainda assim, considerou essencial fazer a entrevista pro forma, para não correr o risco de ser isolada pelos futuros colegas.

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