"Gaspar, eu te considerava um bom amigo. Como você ousa ter segundas intenções com a Silvana?"
Gaspar não era fraco. Após desviar do ataque de Bruno, ele aproveitou a chance, prendeu Bruno no chão e o esmurrou impiedosamente.
"Amigo?"
"Eu nunca considerei um lixo como você como meu amigo."
"Alguém como você simplesmente não é digno de se misturar conosco."
Depois de levar vários socos de Gaspar, Bruno pareceu aceitar o seu destino e não revidou mais.
Gaspar também não continuou a atacá-lo. Quando estava prestes a sair, Bruno, deitado no chão, olhou para Gaspar e perguntou:
"Você e Silvana já assinaram os papéis do casamento?"
Gaspar se virou, olhou para Bruno e disse friamente:
"Não há necessidade."
"É apenas um papel de casamento, não controla nada."
Bruno ficou paralisado.
Gaspar olhou para Bruno de cima a baixo e disse com a voz fria:
"Gregório pediu para te dar um recado. Se você não se comportar, não nos culpe por fazê-lo não conseguir mais levantar a cabeça."
Bruno não disse nada.
Gaspar virou-se e foi embora.
Ao chegar à garagem subterrânea, ele viu que o carro de Silvana ainda estava no mesmo lugar. Ele parou por um instante, arrumou a camisa amassada pela briga com Bruno e caminhou até lá.
"Por que você ainda não foi embora?"
Vendo Silvana sentada no carro, ele perguntou com um sorriso.
Silvana olhou para Gaspar e disse em voz baixa:
"Você estava lá na frente lutando por mim. Se eu simplesmente fosse embora, não me pareceria justo."
"Entre no carro, eu pago um almoço para você."
Gaspar ergueu as sobrancelhas e disse com um sorriso:
"Vamos deixar para outro dia. Está difícil para você se locomover agora. Você pode me convidar depois que o bebê nascer."
"Eu tenho outras coisas para resolver hoje, então já vou indo."
Dizendo isso, Gaspar acenou para Silvana, virou-se e saiu.



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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Traição na Véspera do Casamento
Eu amo esse livro, estou ansiosa para ver, como Silvana vai pisar nessa formiga irritante da Beatriz!...