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A Super Garota Adorando Doces romance Capítulo 409

— O que houve?

Oziel empurrou a porta suavemente, caminhou até a cama com o café da manhã e exibiu um leve sorriso nos lábios.

— Encontrei uma pessoa irritante.

Klébia olhou de relance para o café da manhã, bocejando de sono.

— Não estou com vontade de comer.

— Coma um pouco antes de dormir.

Oziel pousou a bandeja, pegou o mingau e levou a colher até a boca dela.

— O estômago não aguenta ficar vazio.

— ...

Klébia franziu levemente a testa; detestava quando a forçavam a fazer algo que já tinha recusado.

Se fosse qualquer outra pessoa...

Essa tigela de mingau já teria voado longe.

Klébia permaneceu em silêncio, mas Oziel não desistiu e continuou a persuadi-la com gentileza, com a paciência de quem nina uma criança teimosa.

Após meio minuto de confronto.

Klébia suspirou internamente e abriu a boca para que ele a alimentasse.

Depois de meia tigela.

Oziel retirou a comida e ajeitou o cobertor para ela.

— Você não vai dormir?

Klébia segurou a mão dele inconscientemente, com olheiras avermelhadas ao redor dos olhos.

— Quer que eu te faça companhia?

Oziel ficou ligeiramente rígido e perguntou de propósito.

— Durma se quiser.

Klébia virou o rosto e se deitou de costas, ignorando-o.

— ...

Oziel sorriu impotente e, após cuidar da louça do café, voltou ao quarto.

Levantou o cobertor.

Assim que ele se deitou, Klébia, já meio adormecida, arrastou-se instintivamente para o calor dos braços dele.

— Durma, eu estou aqui com você.

Oziel acariciou suavemente os cabelos dela, sentindo uma pontada de dúvida no coração.

Ela parecia ter uma insegurança profunda.

Ele não sabia o que ela havia passado no passado.

—

No dia seguinte.

Klébia saiu da escola e foi direto para o laboratório.

No caminho.

Ela recebeu o relatório de DNA enviado pelo laboratório.

Sem nenhuma surpresa, Otoniel era realmente seu irmão.

— Klébia. — Olhando para o relatório, Oziel moveu os lábios e perguntou com curiosidade: — Como você percebeu de repente ontem que o Dr. Castro era seu irmão?

Allan e Yuri vinham logo atrás carregando as maletas.

— Klébia.

Otoniel esperava na porta há algum tempo e, ao vê-la, foi imediatamente ao seu encontro.

— Otoniel. — Klébia cumprimentou docilmente.

— Dr. Castro.

Oziel, sensato, sabia que ainda não tinha conquistado o título de namorado oficial, então não ousou ser íntimo demais.

— Entrem.

Otoniel olhou para Oziel, que ajudava Klébia, e sua expressão estava aceitável.

Depois de se sentarem.

Klébia abriu imediatamente a caixa que trouxera, cheia de agulhas de cores diferentes.

Douradas, prateadas e até pretas.

— O que eu preciso fazer?

Otoniel não tinha muito contato com a Medicina Tradicional e sabia que acupuntura não era algo para se brincar.

Dominar essa arte com perfeição era ainda mais difícil.

— Mantenha os batimentos cardíacos estáveis.

Klébia olhou para Otoniel, que parecia um pouco nervoso, e um sorriso sutil surgiu em seus lábios.

— Já está quase em 120, não é?

Otoniel mediu.

Não é que estava mesmo? 120.

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