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A Super Garota Adorando Doces romance Capítulo 392

Se Dandara voltasse para a família Serpa.

A posição de filha mais velha, ela teria que entregar de bandeja?

Absolutamente impossível.

—

Já no carro.

Klébia virou a cabeça para Dandara e perguntou sem pressa:

— Você se dá bem com o Gerson?

— Ah?

Dandara largou a mochila, com a testa franzida:

— Antes éramos estranhos, sem contato. Nos últimos anos, ele me encontra de vez em quando, às vezes me dá dinheiro...

— Mas nós não aceitamos.

Dandara negou apressadamente, murmurando:

— Não quero me envolver com as pessoas da família Serpa.

Ela nem sequer entendia qual era a intenção de Gerson.

A família Serpa inteira não desprezava ela e sua mãe?

Pessoa estranha.

— Então está bom.

Klébia curvou os lábios em satisfação, erguendo a sobrancelha:

— Ele não parece ser boa coisa.

— Tá.

Dandara assentiu obedientemente.

O que a prima dizia, estava certo.

—

O resultado da comparação de DNA de Otoniel com seus pais.

Saiu.

— E então? — Otoniel estava sentado no sofá, encarando o assistente, com uma expressão grave.

— Dr. Castro, você acertou. — O assistente segurava o resultado, com uma expressão desagradável. — Você e o Sr. Castro não têm relação sanguínea.

— ...

Otoniel sentiu o corpo retesar bruscamente, a respiração ficou acelerada.

Mesmo já estando preparado, ouvir esse resultado ainda o deixou desorientado.

— E também...

O assistente pausou por alguns segundos e continuou:

— Você também não tem relação sanguínea com a senhora.

Por um momento.

O assistente não sabia se devia ficar feliz ou sentir pena.

O lado bom era que a senhora não havia traído.

A pena era que...

Quando foi que ele viu Klébia?

Certamente tiveram muita interação, caso contrário, o coração dele não dispararia toda vez que a via.

— Reserve uma passagem aérea para mim.

Otoniel largou as fotos, sentindo uma dor de cabeça forte, e ordenou com voz grave:

— Vou voltar ao Estado do Sul para entender o que está acontecendo.

—

Neste momento.

Na A Era Próspera.

Valentino acabara de sair das filmagens quando recebeu uma ligação de Oziel.

— Sobre este assunto, você precisa estar preparado psicologicamente. — A respiração de Oziel estava baixa, a voz claramente abafada.

— Fale.

Valentino apertou o celular, lutando para manter a calma:

— Há notícias de Yuriel, certo?

— Sim.

Oziel respondeu, com a voz rouca:

— Há quinze anos, o hospital realmente socorreu um jovem que caiu na água. Mas o jovem não resistiu por mais de vinte e quatro horas e faleceu.

— O quê?

Valentino paralisou, sua mente ficou em branco.

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