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A Super Garota Adorando Doces romance Capítulo 389

— ...

Otoniel olhou para o assistente com expressão séria:

— Faça algo para mim.

— O quê?

O assistente arregalou os olhos, com o rosto confuso.

— Volte ao Estado do Sul e arranque um fio de cabelo do meu pai.

Otoniel acariciou a cicatriz no coração, relembrando a convivência daqueles anos.

O pai sempre olhava para ele atordoado, como se visse outra pessoa através dele.

A mãe tinha um olhar triste, e também havia sua esposa (Poliana)...

Ao pensar em Poliana.

O pensamento de Otoniel parou, um traço de emoção complexa passou por seus olhos, mas logo desapareceu.

— Arrancar cabelo? — O assistente achou absurdo, mas concordou com a cabeça.

Na verdade, ele já queria ter dito isso há muito tempo.

O Dr. Castro e o Sr. Castro não se pareciam nem um pouco.

Ferrou.

Será que o Dr. Castro foi concebido pela senhora com algum homem selvagem lá fora?

Não é à toa que o Sr. Castro o tratava tão mal.

——

Dois dias depois.

O assistente voltou apressado para Celestina do Sol trazendo o cabelo arrancado de Humberto, o pai de Otoniel.

— Como estão as coisas em casa?

Otoniel perguntou calmamente enquanto colocava os cabelos de ambos no instrumento de análise:

— Minha mãe está bem de saúde?

— O senhor e a senhora estão bem. — Respondeu o assistente respeitosamente, olhou para o inexpressivo Otoniel e acrescentou: — A esposa também está muito bem.

— ...

Ao ouvir isso, Otoniel instintivamente levantou os olhos.

— Quem te perguntou sobre ela?

— ...

O assistente ficou sem palavras.

Não era sobre a situação da família?

A esposa era sua mulher, naturalmente contava como família.

Ele sabia.

O casamento dos dois foi forçado, ninguém amava ninguém, o divórcio era questão de tempo.

Então.

Tudo bem.

Até Vicente estava se esforçando, sem tempo para passear e comer com ela.

Klébia aceitou o pedido de Dandara.

Servia para passar o tempo.

Caso contrário, ela só dormia.

Seu pescoço já estava doendo.

— Uau. — Dandara olhou com o rosto cheio de surpresa para Klébia, que desenhava aleatoriamente com a caneta enquanto chupava um pirulito, admirando-a imensamente. — Kléba, sua linha de raciocínio para resolver questões é realmente inovadora.

Em dois ou três passos ela entendeu.

— Quanto tirou na prova semanal de física? — Perguntou Klébia indiferente.

— Noventa e um. — Respondeu Dandara com um sorriso radiante, fazendo o gesto de dez com os dedos. — Aumentei dez pontos.

Antes, o professor dizia que estaria bom se ela mantivesse oitenta.

Depois que a prima lhe deu aulas...

Ela sentia que ainda tinha espaço para melhorar.

— Eu também quero tirar nota máxima. — Dandara cerrou o pequeno punho, jurando com imponência. — Se não tirar nota máxima, juro de novo.

— Tsc.

Klébia moveu os lábios rosados, divertindo-se.

— Kléba, você riu. — Dandara segurou a mão direita dela, piscou os olhos e disse muito séria: — Fica tão bonita quando ri, deveria rir mais.

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