Rita respondeu: 「Procurar abdômen? Nisso eu tenho experiência.」
Klébia: 「Certo.」
Rita: 「Klébia, considere o que eu disse agora pouco. Tem muitos com corpo bom. Chuta esse velho e escolha entre os garotos bonitos à vontade.」
— ...
Klébia franziu a testa.
Fechou rapidamente a janela de conversa.
Que droga.
Ela estava com um pouco de medo.
...
Terminada a conversa.
O carro esportivo parou.
Oziel esticou as pernas longas e puxou Klébia para dentro da base.
O laboratório de Otoniel ficava no lado esquerdo.
O espaço não era grande, mas as instalações eram muito completas.
Pensando bem.
Essa base foi alugada para ele em consideração ao "Velho Careca".
Seria como trazer um lobo para dentro de casa?
Era bom que ele ficasse quieto e não tivesse outras ideias.
Na porta do laboratório.
Klébia parou e olhou para Oziel:
— Me espere aqui fora.
Experimentos médicos exigiam cautela.
Com Oziel lá dentro... ela não conseguiria controlar a distração.
— Tudo bem.
Oziel assentiu sem hesitar.
Deu a ela total confiança.
— Água com limão e mel, para despertar.
— Certo.
Klébia pegou a garrafa térmica.
Passou pela verificação de segurança e caminhou em direção ao laboratório nove.
— Chefe, o senhor fica tranquilo deixando Otoniel e a Srta. Paixão sozinhos?
Yuri não pôde deixar de perguntar.
Aquele garoto tinha um olhar estranho para a Srta. Paixão...
— Não precisa se preocupar.
Oziel sentou-se na cadeira.
Cruzou as pernas longas com elegância e sorriu com preguiça.
Klébia era excelente demais, era normal ser popular.
Como homem, a possessividade não podia ser forte demais.
No futuro, quando Klébia fosse para a universidade, haveria garotos mais jovens que ele por toda parte...
Ele não podia amarrá-la ao seu lado.
Ela se cansaria, e ele também não suportaria isso.
O mundo era grande.
Ao ver Klébia, sua expressão ficou um pouco atordoada.
Era ela.
A garota que fez seu coração perder o ritmo.
— O que você faz aqui?
Otoniel largou o trabalho em mãos.
Caminhou até ela com expressão séria:
— Aqui é um laboratório químico, é muito perigoso. Quem deixou você entrar?
Não sabia por quê.
Otoniel sempre sentia que aquela garota era muito familiar.
Sempre que a via, sentia uma sensação de calor.
Originalmente, pensou em pedir para alguém investigar, para poder perguntar.
Quem diria que a encontraria aqui novamente.
Pena.
Hoje não era conveniente conversar.
— Eu...
Klébia ia responder, mas foi interrompida pelo toque do celular de Otoniel:
— Espere um pouco.
Em seguida.
Ele pegou o telefone e atendeu:
— A ancestral de temperamento ruim, personalidade difícil e impossível de agradar do meu mestre está chegando ao laboratório?
Klébia ficou sem palavras.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Super Garota Adorando Doces